Rito do Amor selvagem: uma polifonia dialética desarmônica
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Autor(es)
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Rite of Wild love: a disharmonious dialectical polyphony
Primeiro orientador
Membros da banca
Lívia Afonso de Aquino
Fabio dos Santos Morais
Juliana Silveira Mafra
Sara del Carmen Rojo de la Rosa
Fabio dos Santos Morais
Juliana Silveira Mafra
Sara del Carmen Rojo de la Rosa
Resumo
Investigamos a prática artística de José Agrippino de Paula (1937 - 2007). Tratamos da postura do artista perante o resto, ou, a herança dialética-cultural em sua época. Ou seja, o modo como o artista atua – poética e politicamente – com os estilhaços da cultura. Para além do estudo de sua obra multifacetada, crítica dos escritos que revelam seu modo de montagem visual, literária e sonora, nos propomos a criação de peças induzidas por seus trabalhos. Esta tese é uma delas. As outras são as instalações: "panamericadsueño"(2017_ e "continente"(2022). A instalação é entendida com lugar para o relato. No caso, feito de desenhos, reprografias, serigrafias, recortes de vinil adesivo e animação. Aqui, os materiais das instalações são transfigurados para o veículo livro. A escrita da tese incorpora outras proposições artísticas que desenvolvi nos últimos dez anos - a maioria em parcerias. E utilizamos também de fragmentos da produção heterogênea de José Agrippino. Há um embaralhamento desse corpo de obras cindidas, que faz parte de uma lógica de transmissibilidade envolvida pelo relato, um modo antigo e ainda contemporâneo de se contar histórias. A diagramação do texto corresponde ao ritmo das montagens visuais. Ou melhor, montagem literária, histórica e visual coincidem aqui. Há pouca hierarquia entre imagem e texto, salienta-se a dimensão afetiva da imagem e sua aparição enquanto efeito visual, a plasticidade da escrita, e a palavra – desenho - como rabisco.
Abstract
Investigamos la práctica artística de José Agrippino de Paula (1937 - 2007). Nos ocupamos de la actitud del artista hacia los demás, o la herencia dialéctico-cultural de su tiempo. Es decir, la forma en que el artista actúa -poética y políticamente- con los fragmentos de la
cultura. Además del estudio de su obra multifacética, crítica de los escritos que revelan su forma de montaje visual, literario y sonoro, proponemos la creación de piezas inducidas por sus obras. Esta tesis es una de ellas. Las otras son las instalaciones: panamericadsueño y continente. La instalación se entiende como un lugar para la narración. En este caso, realizada a partir de dibujos, reprografías, serigrafías, recortes de vinilos adhesivos y animación. Aquí, los materiales de la instalación se transfiguran en el
vehículo del libro. La escritura de la tesis incorpora otras propuestas artísticas que he desarrollado en los últimos diez años,
principalmente en co-autoría. Y también utilizamos fragmentos de la heterogénea producción de José Agrippino. Hay un barajado de este cuerpo de obras divididas, que es parte de una lógica de transmisibilidad involucrada en el relato, una forma antigua y aún contemporánea de contar historias. La disposición del texto corresponde al ritmo de los montajes visuales. O mejor dicho, el montaje literario, histórico y visual coinciden aquí. Hay poca jerarquía entre imagen y texto, destacando la dimensión afectiva de la imagen y su apariencia como efecto visual, la plasticidad de la escritura y la palabra – dibujo – como garabato.
Assunto
Paula, José Agrippino de, 1937-2007, Arte moderna - Séc. XX-XXI, Livros de artistas, Instalações (Arte)
Palavras-chave
Arte contemporânea, Instalação, Montagem, Livro de artista, Narração, Intervenção pública, Animação