Adherence and factors related to acceptance of alcohol for antiseptic hand rubbing among nursing professionals
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Adesão e fatores relacionados à aceitação do álcool para fricção antisséptica das mãos entre profissionais da enfermagem
Adhesión y factores relacionados con la aceptación del alcohol para fricción antiséptica de las manos entre profesionales de enfermería
Adhesión y factores relacionados con la aceptación del alcohol para fricción antiséptica de las manos entre profesionales de enfermería
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Resumo
OBJECTIVE: Identify rates of adhesion and related factors to acceptance of an alcohol based preparation to hands antiseptic friction among nursing professionals in a unit of intensive therapy. METHOD: A cross-sectional study, which involved direct observation of hand hygiene opportunities and nursing professionals’ completion of questionnaires, was conducted at a university hospital between January and July 2015. Descriptive and univariate analyses were performed, with a 5% significance level. RESULTS: It was observed 956 opportunities of hand hygiene among 46 nursing professionals. The rate of adhesion to alcohol-based handrub (ABH) was 34.8% and about 87.0% preferred handwashing. Nurses used ABH more frequently than nursing technicians (p <0.001), and the report of feeling of clean hands after using the alcohol product was directly related to higher rates of adherence to antiseptic friction through observation (P <0.05). CONCLUSION: The finding indicating low ABH usage highlights the need for greater institutional investment in strategies that help health professionals to recognize the advantages of this type of HH with respect to time spent, ease of access to dispensers, effectiveness in eliminating microorganisms, and maintaining skin moisturization.
Abstract
OBJETIVO: Identificar as taxas de adesão e os fatores relacionados à aceitação do produto alcoólico para fricção antisséptica das mãos entre profissionais da enfermagem de uma unidade de terapia intensiva. MÉTODO: Foi realizado um estudo transversal, que envolveu a observação direta de oportunidades de higienização das mãos e o preenchimento de questionários pelos profissionais de enfermagem, em um hospital universitário, entre janeiro e julho de 2015. As análises descritivas e univariadas foram realizadas, com um nível de significância de 5%. RESULTADOS: Foram observadas 956 oportunidades de higiene das mãos entre 46 profissionais de enfermagem. A taxa de adesão à fricção antisséptica foi de 34,8% e cerca de 87,0% profissionais relataram preferir a higiene de mãos simples. Enfermeiros realizaram a fricção antisséptica com mais frequência que os técnicos de enfermagem (p<0,001), e o relato da sensação de ter as mãos limpas após o uso do produto alcoólico esteve diretamente relacionado a taxas mais altas de adesão à fricção antisséptica por meio da observação direta (p<0,05). CONCLUSÃO: A baixa adesão à fricção antisséptica encontrada aponta para a necessidade de maior investimento da instituição em estratégias que subsidiem os profissionais de saúde a reconhecer as vantagens desse tipo de higiene de mãos quanto ao tempo dispendido, à facilidade de acesso aos dispensadores e, sobretudo, à sua efetividade na eliminação de microrganismos e manutenção da pele hidratada.
Assunto
Desinfecção das mãos, Etanol, Anti-infecciosos locais, Pessoal de saúde
Palavras-chave
Hand disinfection, Ethanol, Anti-infective agents local, Health personnel
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