A economia da floresta em pé: uma análise cienciométrica da racionalização da preservação da biodiversidade

dc.creatorJacqueline Santos Nascimento
dc.date.accessioned2025-05-27T15:43:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:07Z
dc.date.available2025-05-27T15:43:08Z
dc.date.issued2025-04-04
dc.description.abstractThe relationship between economics and environmental issues develops within a broad and multifaceted knowledge interface. The scientific literature presents different approaches to the topic, with specific narratives that do not always converge. This study aimed to map the scientific production related to the economic rationalization of biodiversity conservation from the perspective of the Standing Forest Economy, seeking to identify its origins, acceptance, and scope in the international literature. Given this complex set of asymmetrical relationships, the investigation was based on a set of terms initially identified in a preliminary narrative review on the standing forest economy, environmental economics, ecological economics, biodiversity valuation and sustainable use, and bioeconomy. The study combined bibliometric and scientometric techniques to analyze international scientific production on the economic rationalization of biodiversity conservation. The analysis of 38,256 published articles revealed a significant increase in interest in the topic, with contributions from various disciplines. The results indicate that scientific production has been concentrated in research centers and universities in Europe and North America. At the same time, incentive policies have shown a positive effect in megadiverse countries, such as China. Furthermore, discussions on the sustainable use and valuation of biodiversity as a natural resource have been shifting toward more holistic approaches based on ecosystem services and the benefits of environmental conservation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82525
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectEconomia ambiental
dc.subjectBiodiversidade
dc.subjectBibliometria
dc.subject.otherEconomia Ecológica
dc.subject.otherUso sustentável da Biodiversidade
dc.subject.otherConservação
dc.subject.otherAnálise Bibliométrica
dc.subject.otherServiços Ecossistêmicos
dc.titleA economia da floresta em pé: uma análise cienciométrica da racionalização da preservação da biodiversidade
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Fausto Makishi
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9721613014698836
local.contributor.referee1André Luiz Mendes Athayde
local.contributor.referee1Handerson Leonidas Sales
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9172497368159737
local.description.resumoA relação entre economia e questões ambientais desenvolve-se em uma interface ampla e multifacetada do conhecimento. A literatura científica apresenta diferentes abordagens sobre o tema, com narrativas específicas que nem sempre convergem. Este estudo teve como objetivo mapear a produção científica relacionada à racionalização econômica da preservação da biodiversidade sob a perspectiva da Economia da Floresta em Pé, buscando identificar suas origens, aceitação e escopo na literatura internacional. Diante desse complexo conjunto de relações assimétricas, a investigação partiu de um conjunto de termos inicialmente identificados em uma revisão narrativa preliminar sobre economia da floresta em pé, economia ambiental, economia ecológica, valorização e uso sustentável da biodiversidade e bioeconomia. O estudo combinou técnicas bibliométricas e cientométricas para analisar a produção científica internacional sobre a racionalização econômica da preservação da biodiversidade. A análise de uma amostra de 38.256 artigos publicados revelou um crescimento expressivo do interesse pelo tema, com contribuições provenientes de diversas disciplinas. Os resultados indicam que a produção científica tem se concentrado em centros de pesquisa e universidades europeias e norte-americanas, além de apontar que políticas de incentivo exercem um efeito positivo em países megadiversos, como é o caso da China. Observa-se, ainda, uma transição das discussões sobre uso sustentável e valorização da biodiversidade como estoque de recursos naturais para abordagens mais holísticas, fundamentadas nos serviços ecossistêmicos e nos benefícios da conservação ambiental.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Território

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