Estratégias defensivas empregadas por chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino

dc.creatorSolange Cervinho Bicalho Godoy
dc.creatorSimone Maria de Almeida
dc.date.accessioned2024-04-01T19:25:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:53Z
dc.date.available2024-04-01T19:25:41Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractThe aim of this research was to analyze the defensive strategies employed by intermediate managers of a teaching hospital of the federal public sector. Work psychodynamics was the resource used in it. It is a descriptive, mixedmethod research characterized as a case study. Also, the instruments used were as follows: semi-structured questionnaire, Inventory on Work and Illness Risks (ITRA) and semi-structured interview with the participation of 23 professionals. The results were as follows: individual defensive strategies physical activity, family life, dimensioning the relevance of problems, individualism and voluntary servitude. In addition, collective strategies were as follows: conversation and team motivation; support and feedback. Work organization, professional social relations, working conditions, affective cost, cognitive cost, professional exhaustion and physical damage were factors that had moderate, criticale valuation. Physical cost, freedom of expression and professional achievement were factors that had positive, satisfactory evaluation. Social damage and psychological damage were factors that had positive, bearable evaluation. The pleasurable experiences were the freedom to negotiate with the boss as well as the pride in the work done. As for the suffering factors, they were emotional exhaustion, stress and work overload. Physical damage included altered sleep, headaches, backache and body pain. The conclusion was that it is necessary to think of ways to minimize suffering factors. These professionals are the link between management, different staff categories and users, and they develop strategies for the improvement of assistance, which directly imply on the quality of the services provided to users.
dc.identifier.issn2177-2754
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/66769
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Administração Hospitalar e Inovação em Saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho
dc.subjectHospitais públicos
dc.subjectAdministração de serviços de saúde
dc.subjectCondições de trabalho
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherChefias intermediárias
dc.subject.otherEstratégias defensivas
dc.titleEstratégias defensivas empregadas por chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino
dc.title.alternativeDefensive strategies employed by intermediate managers of a teaching hospital of the federal public sector
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage43
local.citation.issue3
local.citation.spage27
local.citation.volume19
local.description.resumoO objetivo da pesquisa foi analisar as estratégias defensivas empregadas por chefias intermediárias de um hospital público federal de ensino. Utilizou-se a Psicodinâmica do Trabalho. Trata-se de uma pesquisa descritiva, de métodos mistos caracterizada como estudo de caso. Instrumentos utilizados: questionário semiestruturado; Inventário sobre Trabalho e Riscos de Adoecimento - ITRA e entrevista semiestruturada. Participaram 23 profissionais. Resultados: estratégias defensivas individuais: atividade física, convívio familiar, dimensionar a relevância dos problemas, individualismo e servidão voluntária. Estratégias coletivas: conversa e motivação da equipe, apoio e feedback. Os fatores organização do trabalho, relações socio profissionais, condições de trabalho, custo afetivo, custo cognitivo, esgotamento profissional e danos físicos tiveram avaliação moderada, crítico. Os fatores custo físico, liberdade de expressão e realização profissional tiveram avaliação positiva, satisfatório. Os fatores danos sociais e danos psicológicos tiveram avaliação positiva, suportável. Vivências de prazer: liberdade com a chefia para negociar e orgulho pelo trabalho exercido. Fatores de sofrimento: esgotamento emocional, estresse, sobrecarga. Danos físicos: alteração do sono, dores de cabeça, nas costas e corpo. Conclusão: é preciso pensar em formas de minimizar os fatores de sofrimento. Esses profissionais são o elo entre a direção, as diversas categorias de trabalhadores e usuários e desenvolvem estratégias para a melhoria da assistência, o que implica diretamente na qualidade dos serviços prestados aos usuários.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8863-6462
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8455-4323
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.face.ufmg.br/index.php/rahis/article/view/7611

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