Tradução e transposição no campo da pulsão de morte
| dc.creator | Janaina Patricia Rocha de Paula | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T14:01:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:46:16Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T14:01:11Z | |
| dc.date.issued | 2008-08-20 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/TMCB-7Y3NKK | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Morte | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject.other | Ttradução | |
| dc.subject.other | Transposição | |
| dc.subject.other | Pulsão de morte | |
| dc.subject.other | Psicologia | |
| dc.title | Tradução e transposição no campo da pulsão de morte | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Paulo Cesar de Carvalho Ribeiro | |
| local.contributor.referee1 | Regina Alice Neri | |
| local.contributor.referee1 | Angela Maria Resende Vorcaro | |
| local.description.resumo | Neste trabalho, recuperamos o conceito de pulsão de morte e as argumentações freudianas que nos permitem lê-lo no seu aspecto fora do campo da representação, apontando para o caráter traumático e disruptivo do pulsional. A pulsão de morte é formalizada no livro Além do princípio de prazer, e nos parece ser o resultado de um trabalho de tradução operado por Freud, diante da escuta clínica daquilo que excedia aos domínios do princípio do prazer. Freud define a pulsão como uma força continuamente a fluir, nos indicando um campo deintensidades que impele à tarefa tradutiva e, no entanto, resiste a que tudo seja traduzido. Diante desse conceito muitos analistas se colocaram a trabalho na tentativa de defini-lo. Tomamos nesta dissertação a leitura empreendida por Laplanche e Lacan indicando que, na tradução operada por esses autores, há um vetor que aponta para o corpo no seu aspecto intensivo. Da mesma maneira que o conceito de pulsão de morte levou ao trabalho os analistas, na tentativa de traduzi-lo, também a pulsão aparece na clínica como aquilo queincita o trabalho de tradução, ao mesmo tempo em que resiste a ele. Diante da resistência da própria pulsão a exigência parece ser de um trabalho a mais. Na teoria e na clínica o que resta dessa operação tradutiva é o aspecto de um corpo pulsional que exige um trabalho que passa pela tradução e segue um ponto além. É a partir dessas noções que tomamos a escrita de Pascal Quignard, apontando que ela transita entre a tradução e a transposição como uma medida de trabalho exigido pelo campo pulsional. É nesse sentido que a transposição é pensada como esse trabalho a mais, que não elimina a intensidade pulsional, mas a escreve num outro registro. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
Arquivos
Pacote original
1 - 5 de 5