Relação entre avaliação nutricional e escore prognóstico de Glasgow em pacientes com câncer de esôfago e estômago

dc.creatorJacqueline Braga da Silva
dc.date.accessioned2019-08-11T14:00:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:45Z
dc.date.available2019-08-11T14:00:30Z
dc.date.issued2011-08-24
dc.description.abstractRelationship between weight loss and the presence of inflammation has been described in patients with cancer. Both nutritional status and severity of inflammation may be associated with the development of complications during cancer treatment and survival time. Thus, the assessment of inflammation could be used as a tool to screen patients who may benefit from early nutritional interventions. In the present study it was evaluated the relationship between nutritional status, defined by the subjective global assessment (SGA), and the severity of inflammation as defined by the Glasgow prognostic score (GPS). In addition, we compared the diagnosis given by the SGA with other parameters of nutritional assessment, such as body mass index (BMI), triceps skinfold (TSF), midarm circumference (MAC), midarm muscle circumference (MAMC), phase angle (PA), adductor pollicis muscle thickness (APMT) and hand grip strength (HGS). This study enrolled 43 patients with cancer of the esophagus and stomach with a mean age of 64.7 ± 12.0 years. The nutritional status, according to the three categories of SGA was associated with the three categories of the Glasgow prognostic score (p < 0.05), and both the SGA and the GPS were associated with the presence of complications, but the GPS (ASC: 0.77, p < 0.05, CI = 0.580, 0.956) seems to be more accurate in identifying complications than the SGA (AUC: 0.679, p < 0.05, CI = 0.426, 0.931). Only the GPS was associated with survival time, as the mean survival was 86.7 days among patients with score of 0 and 72 days among patients with scores 1 and 2 (Log Rank < 0.05). When comparing the methods of nutritional assessment with the SGA it was found that MAC, MAMC, APMT, PA and HGS seem to be good parameters to differentiate nourished and malnourished patients
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8P3FBU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNutrição Avaliação
dc.subjectEsôfago Câncer
dc.subjectEstomago Cancer
dc.subjectDesnutrição
dc.subject.otherescore prognóstico de Glasgow
dc.subject.othercomplicações
dc.subject.othersobrevida
dc.subject.otherCâncer
dc.subject.otheravaliação do estado nutricional
dc.titleRelação entre avaliação nutricional e escore prognóstico de Glasgow em pacientes com câncer de esôfago e estômago
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Isabel Toulson Davisson Correia
local.contributor.referee1Andre Marcio Murad
local.contributor.referee1Roberto Goncalves Junqueira
local.description.resumoA relação entre perda de peso e presença de inflamação tem sido descrita em pacientes com câncer. Tanto o estado nutricional quanto a gravidade da inflamação podem estar associados com a ocorrência de complicações durante o tratamento oncológico assim como com o tempo de sobrevida. Dessa forma, avaliar a presença de inflamação poderia ser ferramenta empregada para a triagem de pacientes que possam se beneficiar de intervenções precoces no estado nutricional. No presente estudo avaliou-se a relação entre o estado nutricional, definido por meio de avaliação global subjetiva (AGS), e a gravidade da inflamação definida por meio do escore prognóstico de Glasgow (EPG). Além disso, comparou-se o diagnóstico dado pela AGS com outros parâmetros de avaliação nutricional, tais como índice de massa corporal (IMC), prega cutânea tricipital (PCT), circunferência do braço (CB), circunferência muscular do braço (CMB), espessura do músculo adutor do polegar (EMAP), ângulo de fase (AF) e dinamometria (DM). O presente estudo foi realizado com 43 pacientes com câncer de esôfago e estômago com idade média de 64,7 ± 12,0 anos. O estado nutricional, de acordo com as três categorias de AGS foi associado às três categorias do escore prognóstico de Glasgow (p < 0,05), e tanto a AGS quanto o EPG foram associados com a presença de complicações. No entanto, o EPG (ASC: 0,77; p < 0,05; IC = 0,580; 0,956) parece ter maior acurácia ao identificar complicações do que a AGS (ASC: 0,679; p < 0,05; IC = 0,426; 0,931). Apenas o EPG foi associado ao tempo de sobrevida, sendo que a média de sobrevida foi de 86,7 dias entre os pacientes com escore 0 e de 72 dias entre os pacientes com escore 1 e 2 (Log Rank < 0,05). Ao se comparar os métodos de avaliação nutricional com a AGS constatou-se que CB, CMB, EMAP, AF e DM podem ser bons parâmetros para diferenciar pacientes nutridos e desnutridos
local.publisher.initialsUFMG

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