Complexidade dos sintagmas nominais do inglês: um estudo comparativo de corpora de aprendizes brasileiros e falantes nativos de inglês

dc.creatorVanessa Cristina Oliveira Wright
dc.date.accessioned2019-08-12T09:57:03Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:27:18Z
dc.date.available2019-08-12T09:57:03Z
dc.date.issued2017-12-11
dc.description.abstractThis study describes the complexity of noun phrases produced by Brazilian learners, morespecifically, the noun modifiers. The concepts used in this research are based ondescriptive grammars of English which have a functionalist bias, bringing examples oflanguage in use, or which are based on reference corpora. Three corpora were used inthis work: BR-ICLE (International Corpus of Learner English, study corpus), LOCNESS(Louvian Corpus of Native English Essays, comparative corpus) and BAWE (BritishAcademic Written English, reference corpus), which represent the linguistic production ofBrazilian apprentices, the linguistic production of American and British English nativespeakers, and the linguistic production of British university students from various fields ofstudy, respectively. I propose a measurement for noun phrase complexity, and analyzedata in native and learner corpus with this measurement. In addition, WordSmith Toolscorpus linguistics tool was used to conduct the research. This research was carried outbased on the hypothesis that learners noun phrases are structured differently from nativespeakers, and that they tend to be less complex. This lower complexity occurred in thedensity of the noun phrase produced by the learner. The learners writing wascharacterized by being strongly pre-modified, to the detriment of post-modification. Premodificationoccurred more often as adjectives, and it occurred less frequently as nouns.In addition, learners used fewer non-finite clauses and prepositional phrases as postmodifiers,compared to natives.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-AV5KUN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLingua inglesa Sintagma nominal
dc.subjectLíngua inglesa Estudo e ensino Falantes estrangeiros
dc.subjectLíngua inglesa Gramática gerativa
dc.subjectRedação acadêmica
dc.subjectLinguística de corpus
dc.subject.othermodificação
dc.subject.othercorpus de aprendiz
dc.subject.otherescrita acadêmica
dc.subject.othercomplexidade do sintagma nominal
dc.titleComplexidade dos sintagmas nominais do inglês: um estudo comparativo de corpora de aprendizes brasileiros e falantes nativos de inglês
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Adriana Maria Tenuta de Azevedo
local.contributor.referee1Guilherme Fromm
local.contributor.referee1Vicente Aguimar Parreiras
local.contributor.referee1Barbara Malveira Orfano
local.contributor.referee1Marisa Mendonca Carneiro
local.description.resumoO presente trabalho busca descrever a complexidade dos sintagmas nominais produzidos por aprendizes brasileiros de inglês, principalmente no uso de modificadores. Os conceitos utilizados nesta pesquisa se baseiam em gramáticas descritivas da língua inglesa, trazendo exemplos da língua em uso, e baseados em corpora de referência. Três corpora foram utilizados neste trabalho, a saber: o BR-ICLE (International Corpus of Learner English, o corpus de estudo), o LOCNESS (Louvian Corpus of Native English Essays, o corpus comparativo) e o BAWE (British Academic Written English, o corpus de referência), que representam a produção linguística dos aprendizes brasileiros, a produção linguística de falantes nativos americanos e britânicos e a produção linguística de universitários britânicos de várias áreas de estudo, respectivamente. O trabalho propôs a classificação dos níveis de complexidade dos SNs e comparou os dados obtidos no corpus de estudo com o corpus comparativo, com base na classificação de complexidade. Além disso, utilizamos a ferramenta de linguística de corpus WordSmith Tools para conduzir a pesquisa. Esta pesquisa foi realizada com base na hipótese (confirmada) de que a escrita dos aprendizes brasileiros se mostraria mais simples do que a dos falantes nativos de inglês. Essa menor complexidade se deu na densidade do SN produzido pelos aprendizes. A escrita do aprendiz se caracterizou por ser fortemente pré-modificada, em detrimento da pós-modificação. Essa pré-modificação foi mais frequente com adjetivos, e menos frequente com substantivos. Além disso, os aprendizes utilizaram menos orações não-finitas e sintagmas preposicionados como pós-modificadores em comparação aos nativos..
local.publisher.initialsUFMG

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