L'espace du désir, pour une esthétique de la rencontre
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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O espaço do desejo, para uma estética do encontro
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Resumo
This paper relies on the authors’ experiences as a dancer and choreographer who works with persons said to be autistic (Anamaria Fernandes) and as a clinician and manager of specialized institutions (Benoît Le Bouteiller). During their practice, they encountered subjects with singular, sometimes strange, incomprehensible, often goofy, amazing and predominantly creative ways of being-in-the-world. They argue that the qualities of space are specific from one person to another depending on how their body relates to space, and that space intimately interweaves with desire. They examine the following questions from their experiences with persons said to be autistic, focusing on the importance of personal space, relational space, and common space: are there specific forms of desire produced by people said to be autistic in the space of encounter? Is there, for them, a specific relationship towards the distance with the body of the other? Could we speak of trajectories of different relationships? Is it possible then to speak of a common space of desire for these persons? Would there be a quality of space that allows, or on the contrary prevents, the movement of the encounter with the other?
Abstract
Este artigo apoia-se nas experiências dos autores como bailarina e coreógrafa que trabalha com pessoas ditas autistas (Anamaria Fernandes) e como clínica e gestora de instituições especializadas (Benoît Le Bouteiller). Durante sua prática, eles encontraram sujeitos com formas singulares, às vezes estranhas, incompreensíveis, muitas vezes bobas, surpreendentes e predominantemente criativas de ser-no-mundo. Eles argumentam que as qualidades do espaço são específicas de uma pessoa para outra, dependendo de como o seu corpo se relaciona com o espaço, e que o espaço está intimamente entrelaçado com o desejo. Eles examinam as seguintes questões a partir de suas experiências com pessoas ditas autistas, focando na importância do espaço pessoal, do espaço relacional e do espaço comum: existem formas específicas de desejo produzidas por pessoas ditas autistas no espaço de encontro? Existe, para eles, uma relação específica de distanciamento com o corpo do outro? Poderíamos falar de trajetórias de diferentes relações? Será então possível falar de um espaço comum de desejo para estas pessoas? Haveria uma qualidade de espaço que permite, ou pelo contrário impede, o movimento do encontro com o outro?
Assunto
Transtorno autístico, Dança, Espaço pessoal
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Endereço externo
http://www.ladeleuziana.org/2017/12/31/6-milieux-of-desire/