O uso desviado do espaço

dc.creatorLaura Fonseca de Castro
dc.date.accessioned2019-08-11T05:08:35Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:50Z
dc.date.available2019-08-11T05:08:35Z
dc.date.issued2016-09-30
dc.description.abstractCounterconduct is an autonomous act, for it faces disciplinary power relations in order to attain an individual or collective will. Everyday life experiences related to the free appropriation of city structures are the embodiment of Foucault's concept of counterconduct in actions located in time and space. Because of its provocative and present character, these experiences are built as diversions, the Situationist term that expresses the overcoming of tradition by performing and experimenting aesthetics as political action. Thus the diverted use of space is a tactic that confronts the control over social behavior in daily life. It manifests one of the many possible uses for the space and, for being essentially creative, it stands as a resistance practice against alienation, a typical feature of the Society of the Spectacle. The diverted use is an uprising of bodies that occupy urban structures in a critical and autonomous way. As in a game, the aesthetic experience of the body in the city points out the limitations imposed by governmentality, that decides how the space is structured, and then suggests changes and the creation of new rules that meet collective needs and desires. The diverted use of space produces situations of aesthetic experience based on tactical inventiveness that disobeys the programmed use for social and spatial structures in the city, it is, thus, counterconduct lived in everyday life.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MMMD-AKMHX5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVida urbana
dc.subjectMovimentos sociais urbanos
dc.subjectTática política
dc.subjectEstetica
dc.subjectConflito social
dc.subjectAutonomia
dc.subject.otherCotidiano
dc.subject.otherDesvio
dc.subject.otherContraconduta
dc.subject.otherAutonomia
dc.subject.otherJogo
dc.subject.otherEstética
dc.titleO uso desviado do espaço
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rita de Cassia Lucena Velloso
local.contributor.referee1Celina Borges Lemos
local.contributor.referee1Ana Paula Baltazar dos Santos
local.contributor.referee1Junia Cambraia Mortimer
local.description.resumoA contraconduta é uma manifestação de autonomia, pois enfrenta as relações disciplinares de poder a fim de afirmar uma vontade individual ou coletiva. As experiências cotidianas que se desenvolvem a partir da livre apropriação de estruturas da cidade corporificam em ações localizadas no tempo e no espaço o pensamento da contraconduta foucaultiana. Por conta se seu caráter provocador e atual, elas se configuram como desvio, termo situacionista que exprime a superação da tradição por meio da realização e da experimentação estética como ação política. O uso desviado do espaço, então, se manifesta como tática que enfrenta o controle sobre o comportamento no dia-a-dia. Ele é a manifestação de um uso possível para o espaço e, por ser essencialmente criativo, se coloca como uma prática de resistência à alienação típica da sociedade do espetáculo. O uso desviado é um levante de corpos que ocupa as estruturas urbanas de maneira crítica e autônoma. Tal como em um jogo, a experiência estética do corpo na cidade problematiza as limitações impostas pela governamentalidade que decide a maneira como o espaço é estruturado para, em seguida, sugerir alterações e a criação de novas regras que se adequem às necessidades e vontades discutidas coletivamente. O uso desviado do espaço produz situações de experiência estética baseadas na inventividade tática, que desobedece ao uso programado para as estruturas sociais e espaciais da cidade. Ele é, então, a contraconduta vivida no cotidiano.
local.publisher.initialsUFMG

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