Economia informal no Brasil: aspectos de inserção, permanência e transição no mercado de trabalho metropolitano

dc.creatorGuilherme Issamu Hirata
dc.date.accessioned2019-08-09T23:34:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:51:13Z
dc.date.available2019-08-09T23:34:30Z
dc.date.issued2007-02-27
dc.description.abstractThis dissertation investigates informal economy in Brazilian metropolitan areas. There are two main objectives: to investigate personal attributes of the informal workers (defined as self-employed and employer employing up to five workers) and to verify who of those make a transition out of that occupation. The results point that individuals who are in a state of vulnerability in the labor market, such as low-education individuals and female household heads, have higher probability to become informal workers than the others. About transition, the results show that entrepreneurship time and economic performance are more important than personal attributes on the probability of staying in the informal economy.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-725NEE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSetor informal (Economia) Brasil
dc.subjectMercado de trabaho Brasil
dc.subject.otherBrasil
dc.subject.otherMercado de trabalho
dc.subject.otherEconomia informal
dc.titleEconomia informal no Brasil: aspectos de inserção, permanência e transição no mercado de trabalho metropolitano
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ana Flavia Machado
local.contributor.referee1Ana Maria Hermeto Camilo de Oliveira
local.contributor.referee1LUIZ GUILHERME DÁCAR DA SILVA SCORZAFAVE
local.description.resumoEssa dissertação investiga a economia informal no Brasil metropolitano, tendo em vista dois objetivos principais. O primeiro, a partir dos determinantes da escolha ocupacional, é avaliar quem são os indivíduos que se inserem como trabalhadores por conta própria e empregadores com até cinco empregados. O segundo objetivo é verificar quem são os trabalhadores que, uma vez inseridos como informais, apresentam maior chance de transição. Os resultados para a escolha ocupacional indicam que os grupos mais vulneráveis no mercado de trabalho, tais como os menos escolarizados e as mulheres chefes de família, apresentam maior probabilidade de inserção como informal em detrimento, inclusive, ao emprego sem carteira. Com relação às transições, os resultados sugerem que o tempo do empreendimento e o desempenho da economia são mais decisivos na permanência na informalidade relativamente aos atributos pessoais.
local.publisher.initialsUFMG

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