Esboço de uma genealogia da representação gráfica das estruturas

dc.creatorRoberto Eustaáquio dos Santos
dc.creatorSilke Kapp
dc.creatorAthos Souza e Silva
dc.date.accessioned2022-07-06T22:20:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:09:22Z
dc.date.available2022-07-06T22:20:11Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractDespite the available software for parametric modelling, structure teaching still uses mostly simple graphical representations, restricted to lines, points and triangles, as in past century engineering. They indicate relations among elements, but paradoxically abstract from the materiality of constructions, which the study of structures should ensure. This paper is an attempt to reconstitute the genealogy of such representations. We begin with the operative geometry of pre-Renaissance master builders, who used drawings as construction tools. Our hypothesis is a subsequent transformation in three stages, successive in principle, but sometimes used synchronically in different places and fields of knowledge. Sketches from Brunelleschi and Leonardo da Vinci exemplify the first stage, suggesting a representation that anticipates the very construction process. They are drawings of future actions. The second stage characterizes the tradition of post-Renaissance architecture treatises, until the late seventeenth century. Representations aim at an image of stability. They show a product anticipated by imagination that seems stable to the eyes. The third stage begins with Galileo's drawings, only slowly migrating into the construction field, until being improved in the nineteenth century. In this case, structural drawings cease to represent an action upon matter or an image of a material product, and become calculation tools.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipFINEP - Financiadora de Estudos e Projetos, Financiadora de Estudos e Projetos
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9788598601809
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42994
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Nacional de Ensino de Estruturas em Escolas de Arquitetura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenho estrutural
dc.subjectGeometria
dc.subjectProjeto arquitetônico
dc.subject.otherRepresentação gráfica
dc.subject.otherVisualização
dc.subject.otherGeometria
dc.titleEsboço de uma genealogia da representação gráfica das estruturas
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage1010
local.citation.issue3
local.citation.spage996
local.description.resumoApesar da disponibilidade de softwares de modelagem paramétrica, prevalecem no ensino de estruturas representações gráficas simplificadas, reduzidas a linhas, pontos e triângulos, tal como na engenharia do século passado. Elas indicam relações entre elementos, mas abstraem, paradoxalmente, a materialidade das construções que o estudo das estruturas deveria assegurar. O presente texto é uma tentativa de reconstituir a genealogia desse tipo de representação. Partimos da geometria operativa dos construtores pré-renascentistas, em que desenhos eram instrumentos de canteiro. Tomamos por hipótese uma transformação subsequente em três fases, por princípio sucessivas, mas por vezes sincrônicas em diferentes lugares e campos do conhecimento. A primeira é exemplificada por desenhos de Brunelleschi e Leonardo da Vinci, que sugerem uma representação que antecipa o processo de construção em si. Desenham-se ações futuras. A segunda fase caracteriza a tradição dos tratados de arquitetura pós-renascentistas e se estende até fins do século XVII. A representação se concentra na imagem da estabilidade. Desenha-se o produto que a imaginação prevê e que parece estável aos olhos. A terceira fase é inaugurada pelas ilustrações de Galileu e entra no campo da construção lentamente, até se aprimorar no século XIX. Nesse caso, os desenhos de concepção estrutural deixam de representar uma ação sobre a matéria ou uma imagem do produto material e se tornam instrumentos de cálculo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.mom.arq.ufmg.br/mom/01_biblioteca/arquivos/santos_17_esboco_de_uma_genealogia.pdf

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