Perfil hematológico e mielograma de coelhos experimentalmente inoculados com veneno de Loxosceles intermedia (aranha marrom) tratados com secretoma
| dc.creator | Maria Elvira de Almeida | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-09T17:58:05Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:56:31Z | |
| dc.date.available | 2024-08-09T17:58:05Z | |
| dc.date.issued | 2022-05-31 | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/73609 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject.other | Coelho como animal de laboratório | |
| dc.subject.other | Coelho como animal de laboratório | |
| dc.subject.other | Aranha marrom | |
| dc.subject.other | Aranha marrom | |
| dc.subject.other | Loxosceles veneno | |
| dc.subject.other | Loxosceles veneno | |
| dc.title | Perfil hematológico e mielograma de coelhos experimentalmente inoculados com veneno de Loxosceles intermedia (aranha marrom) tratados com secretoma | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Paulo Ricardo de Oliveira Paes | |
| local.contributor.advisor-co1 | Carlos Delfin Chávez-Olórtegui | |
| local.contributor.advisor1 | Marília Martins Melo | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5108317987927494 | |
| local.contributor.referee1 | Roberto Baracat de Araújo | |
| local.contributor.referee1 | Rubens Antônio Carneiro | |
| local.contributor.referee1 | Ana Flávia Machado Botelho | |
| local.contributor.referee1 | Guilherme De Caro Martins | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/2983337572601860 | |
| local.description.resumo | Os acidentes com animais peçonhentos são um importante problema de saúde pública nos países tropicais, incluindo os relacionados com as aranhas do gênero Loxosceles. O veneno aranha Loxosceles intermedia é responsável por uma síndrome clínica, caracterizada por alterações locais e sistêmicas, decorrentes da ação direta e/ou indireta do veneno. O objetivo desse estudo foi avaliar e correlacionar as alterações hematológicas e do mielograma em coelhos envenenados experimentalmente com veneno da L. intermedia e tratados com secretoma por via intradérmica (ID) e endovenosa (EV). Foram utilizados 16 coelhos Nova Zelândia, machos e adultos, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=4). O grupo controle (GI) foi desafiado com NaCl 0,9% e tratado com 60µg de secretoma diluído em tampão fosfato-salina a 0,5% (PBS) por via ID. Os demais grupos (GII, GIII e GIV) receberam a aplicação de 10µg de veneno de L. intermedia, diluídos em NaCl 0,9% via ID. Após 30 min da inoculação do veneno, os grupos receberam os seguintes tratamentos: grupo II, NaCl 0,9% via ID; grupo III, 60µg de secretoma diluído em PBS via ID; grupo IV, 60μg de secretoma diluído em PBS, via EV. Foram realizadas coletas de sangue para avaliação hematológica antes (tempo 0) e após a inoculação do veneno e tratamentos, no terceiro, nono e 15° dias. Após 15 dias os animais foram eutanasiados e em seguida foi realizada a coleta da medula óssea. O secretoma por via ID, não foi capaz de evitar o loxoscelismo cutâneo, pois houve presença de halo hemorrágico, edema, lesão dermonecrótica e formação de crosta nos coelhos. O secretoma por via EV, minimizou grandemente o loxoscelismo cutâneo, pois apesar da presença de halo hemorrágico, esse foi menor, associado a ausência de lesão dermonecrótica e formação de crosta. O secretoma causou diminuição de variáveis do eritrograma dos animais que receberam veneno de L. intermedia, sendo essa alteração de maior intensidade quando esse tratamento foi por via EV. O veneno da L. intermedia causou alterações medulares tais como, diminuição significativa na contagem de rubriblastos e mieloblastos, e aumento significativo na contagem de eosinófilos e megacariócitos. O tratamento com secretoma, tanto por via ID como EV, foi capaz de reverter as alterações medulares causadas pelo veneno de L. intermedia, normalizando os valores de rubriblastos, mieloblastos e eosinófilos. | |
| local.description.resumo | Os acidentes com animais peçonhentos são um importante problema de saúde pública nos países tropicais, incluindo os relacionados com as aranhas do gênero Loxosceles. O veneno aranha Loxosceles intermedia é responsável por uma síndrome clínica, caracterizada por alterações locais e sistêmicas, decorrentes da ação direta e/ou indireta do veneno. O objetivo desse estudo foi avaliar e correlacionar as alterações hematológicas e do mielograma em coelhos envenenados experimentalmente com veneno da L. intermedia e tratados com secretoma por via intradérmica (ID) e endovenosa (EV). Foram utilizados 16 coelhos Nova Zelândia, machos e adultos, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=4). O grupo controle (GI) foi desafiado com NaCl 0,9% e tratado com 60µg de secretoma diluído em tampão fosfato-salina a 0,5% (PBS) por via ID. Os demais grupos (GII, GIII e GIV) receberam a aplicação de 10µg de veneno de L. intermedia, diluídos em NaCl 0,9% via ID. Após 30 min da inoculação do veneno, os grupos receberam os seguintes tratamentos: grupo II, NaCl 0,9% via ID; grupo III, 60µg de secretoma diluído em PBS via ID; grupo IV, 60μg de secretoma diluído em PBS, via EV. Foram realizadas coletas de sangue para avaliação hematológica antes (tempo 0) e após a inoculação do veneno e tratamentos, no terceiro, nono e 15° dias. Após 15 dias os animais foram eutanasiados e em seguida foi realizada a coleta da medula óssea. O secretoma por via ID, não foi capaz de evitar o loxoscelismo cutâneo, pois houve presença de halo hemorrágico, edema, lesão dermonecrótica e formação de crosta nos coelhos. O secretoma por via EV, minimizou grandemente o loxoscelismo cutâneo, pois apesar da presença de halo hemorrágico, esse foi menor, associado a ausência de lesão dermonecrótica e formação de crosta. O secretoma causou diminuição de variáveis do eritrograma dos animais que receberam veneno de L. intermedia, sendo essa alteração de maior intensidade quando esse tratamento foi por via EV. O veneno da L. intermedia causou alterações medulares tais como, diminuição significativa na contagem de rubriblastos e mieloblastos, e aumento significativo na contagem de eosinófilos e megacariócitos. O tratamento com secretoma, tanto por via ID como EV, foi capaz de reverter as alterações medulares causadas pelo veneno de L. intermedia, normalizando os valores de rubriblastos, mieloblastos e eosinófilos. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal |