Desidratação, acidente vascular cerebral e disfagia: revisão sistemática da literatura

dc.creatorMarina Santos Tupi Barreiraschettino
dc.creatorDéborah Carollina Costa Silva
dc.creatorNayara Aparecida Vasconcelos Pereira-carvalho
dc.creatorLaélia Cristina Caseiro Vicente
dc.creatorAmélia Augusta de Lima Friche
dc.date.accessioned2023-11-07T21:07:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:14Z
dc.date.available2023-11-07T21:07:37Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractPurpose: this is a systematic review of scientific literature associated with stroke, dehydration and oropharyngeal dysphagia (OD). Research strategy: bibliographic survey was conducted in scientific databases: MEDLINE, LILACS, SciELO, Web of Science and Cochrane. Selection criteria: studies that met the following inclusion criteria were included: being original article with summary available; have been published in the last seventeen years (2001-2018) and in Portuguese, English or Spanish languages; and addressing dehydration in individuals after stroke Screening and analysis of the studies were performed by two independent evaluators. Results: among the 484 articles found for screening, 43 were selected for full reading and 18 articles were included in the final analysis. Different methods of assessing hydration status have been described in individuals post-stroke, such as ratio analysis blood urea nitrogen (BUN)/creatinine, plasma osmolality, urea / creatinine, urine specific gravity, urine color, water intake, water balance, bioelectrical impedance analysis (BIA), clinical evaluation and analysis of electrolytes. The prevalence of dehydration in post-stroke during hospitalization varied from 11% to 66% and is associated with severity and deterioration in the clinical evolution. Conclusion: It was possible to understand the complexity of the measurement of hydration status in individuals after stroke and its association with dysphagia. Studies focusing on the association between dehydration and stroke are very important, due to its influence on mortality and morbidity in this population.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2317-6431-2019-2236
dc.identifier.issn23176431
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60617
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAudiology - Communication Research
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAcidente Vascular Cerebral
dc.subjectDeglutição
dc.subjectTranstornos de Deglutição
dc.subjectDesidratação
dc.subjectRevisão Sistemática
dc.subjectAcidente Vascular Cerebral
dc.subject.otherAcidente Vascular Cerebral
dc.subject.otherAVC
dc.subject.otherDeglutição
dc.subject.otherDesidratação
dc.subject.otherdisfagia
dc.subject.otherrevisão sistemática
dc.titleDesidratação, acidente vascular cerebral e disfagia: revisão sistemática da literatura
dc.title.alternativeDehydration, stroke and dysphagia: systematic review
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issuee2236
local.citation.spage1
local.citation.volume24
local.description.resumoObjetivos: trata-se de revisão sistemática da literatura científica sobre a associação entre o acidente vascular cerebral, desidratação e disfagia orofaríngea. Estratégia de pesquisa: o levantamento bibliográfico foi realizado nas bases de dados científicos: MEDLINE, LILACS, SciELO, Web of Science e Cochrane. Critérios de seleção: foram incluídos os estudos que preencheram os seguintes critérios de inclusão: ser artigo original, com resumo disponível; ter sido publicado entre os anos de 2001 e 2018 e nos idiomas português, inglês ou espanhol; abordar o tema desidratação em indivíduos após acidente vascular cerebral. A triagem e análise dos estudos foram realizadas por dois avaliadores independentes. Resultados: dentre os 484 artigos localizados para a triagem, 43 foram selecionados para leitura completa e 18 foram incluídos na análise final. Foram descritos diferentes métodos de avaliação do estado de hidratação nos indivíduos após acidente vascular cerebral, tais como: análise da relação BUN /creatinina, osmolaridade plasmática, relação ureia/creatinina, gravidade específica da urina, coloração da urina, ingestão hídrica, balanço hídrico, bioimpedância elétrica, avaliação clínica, análise de eletrólitos isolados. A prevalência de desidratação em pacientes após acidente vascular cerebral, durante a internação, variou de 11% a 66% e está associada à gravidade e piora na evolução clínica. Conclusão: foi possível compreender a complexidade do processo de mensuração do estado de hidratação em indivíduos após acidente vascular cerebral e sua associação com a disfagia. Estudos enfocando essa temática são de extrema relevância, visto a sua influência sobre a taxa de mortalidade e morbidade nesta população.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/2317-6431-2019-2236

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