Corpo enfermo como sintoma da cidade doente: as representações da paranoia e a presença do câncer em Sueños Digitales (2000), de Edmundo Paz Soldán
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Este trabalho é um estudo da obra Sueños Digitales (2000), escrita pelo autor boliviano Edmundo Paz Soldán, que destaca as diferentes expressões da paranoia e a presença do câncer nessa narrativa, tópico até o momento não abordado pela crítica literária especializada que se dedicou a estudá-la. A partir de diferentes acepções referentes ao termo paranoia e da ideia de metaforização do câncer, o presente artigo sugere que os personagens física e mentalmente enfermos que habitam a caótica Río Fugitivo, onde transcorre o romance de Paz Soldán, são um sintoma dessa cidade igualmente doente, da mesma forma que o corpo paranoico de Daniel Paul Schreber foi lido como uma espécie de representação da Alemanha nazista do século passado.
Abstract
Assunto
Literatura - Ficção, Literatura - História e crítica, Doenças mentais na literatura, Câncer na literatura
Palavras-chave
Paranóia, Câncer, Sintoma, Cidade doente
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