Prevalência e transição para a fragilidade em idosos com alteração cognitiva em uma coorte de um ano

dc.creatorMariana Asmar Alencar
dc.creatorAldalan Cunha de Oliveira
dc.creatorLuisa Costa Figueiredo
dc.creatorJoão Marcos Domingues Dias
dc.creatorRosângela Corrêa Dias
dc.date.accessioned2022-11-03T14:51:20Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:09Z
dc.date.available2022-11-03T14:51:20Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractCognitive impairment and frailty are often found in older people, and they appear to be related to each other. However, little is known about the prevalence and transition to frailty in older adults with cognitive impairment, especially in the Brazilian population. The present study aimed to determine the prevalence and transitions between frailty states in a cohort of older adults with cognitive impairment followed prospectively for 1 year. A cohort of 59 community-dwelling older adults (aged > 65 years) with I— cognitive impairment was evaluated. Individuals were classified as frail by the presence of 3 or more of the following criteria: unintentional weight loss; reduced grip strength; exhaustion; slowness; and low physical activity level. Individuals meeting 1 or “ 2 criteria were classified as prefrail, and those meeting 0 criteria as nonfrail. Cognitive function was assessed by the Mini-Mental J2 State Examination, and severity, by the Clinical Dementia Rating scale. Of 59 older adults evaluated at baseline, 28 (47.5%) ^ were classified as frail, 28 (47.5%) as prefrail, and only 3 (5%) as nonfrail. Over 12 months, 33.3% of participants transitioned from prefrail to frail. The present study showed a high prevalence of frailty in older adults with cognitive impairment and, within 12 months, new cases of frailty were identified in this population. Therefore, more research is needed to further investigate the relationship between cognitive decline and frailty.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://10.5327/Z2447-211520181800037
dc.identifier.issn2447-2123
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46858
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGeriatrics, Gerontology and Aging
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIdosos
dc.subjectFragilidade
dc.subjectDisfunção cognitiva
dc.subjectMortalidade
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherFragilidade
dc.subject.otherDisfunção cognitiva
dc.subject.otherMortalidade
dc.titlePrevalência e transição para a fragilidade em idosos com alteração cognitiva em uma coorte de um ano
dc.title.alternativePrevalence and transition to frailty in older adults with cognitive impairment: a 1-year cohort study
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage95
local.citation.issue2
local.citation.spage89
local.citation.volume12
local.description.resumoAlteração cognitiva e fragilidade são frequentemente encontradas em idosos e parece haver uma relação entre elas. Entretanto, pouco se sabe sobre a prevalência e a transição para a fragilidade nos idosos com alteração cognitiva, principalmente para a população brasileira. O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência e a transição entre os estados de fragilidade em um grupo de idosos com alteração cognitiva em uma coorte prospectiva de um ano. Neste estudo de coorte foram avaliados 59 idosos comunitários com alteração cognitiva (> 65 anos). O indivíduo frágil foi identificado por apresentar pelo menos três O dos seguintes critérios: perda de peso não intencional, fraqueza da força de preensão palmar, exaustão, lentidão na marcha e baixo nível de atividade física. Quando o indivíduo apresentou um ou dois critérios, foi considerado pré-frágil; quando não apresentou nenhum critério, foi considerado não frágil. A função cognitiva foi avaliada pelo Mini Exame do Estado Mental e et a gravidade, pela Clinical Dementia Rating Scale. Do total de 59 idosos avaliados na linha de base, 28 (47,5%) eram frágeis, a mesma quantidade era de pré-frágeis e apenas 3 idosos eram não frágeis. Em 12 meses, verificou-se uma transição para fragilidade de 33,3%. Este estudo mostrou que a prevalência de fragilidade é alta entre os idosos com alteração cognitiva e, em um período de 12 meses, novos casos de fragilidade ocorreram entre os idosos com alteração cognitiva. Entretanto, mais estudos são necessários para investigar com melhor precisão uma relação existente entre o declínio cognitivo e a fragilidade.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-3881-5283
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5660-4108
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-1027-7746
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.ggaging.com/details/467/pt-BR/prevalence-and-transition-to-frailty-in-older-adults-with-cognitive-impairment--a-1-year-cohort-study

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