Tempo do evento, poética da história: maio de 1968 segundo Michel de Certeau e Cornelius Castoriadis

dc.creatorDouglas Attila Marcelino
dc.date.accessioned2021-08-06T11:27:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:42:51Z
dc.date.available2021-08-06T11:27:50Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThis article analyzes and establishes comparisons between Michel de Certeau’s and Cornelius Castoriadis’ interpretations of the demonstrations of May 1968. The writings produced by both authors at that time are privileged; however, relations with later texts are also made. In the analysis of the distinct materials, the relevance of what happened in 1968 for the formulation of some key ideas of both authors is suggested, above all in relation to the meaning given to the event as the emergence of the new, the unexpected, the unthinkable. This valorization of the radical novelty of what happened in May 1968 is related to ontological assumptions about the temporality of history as lived experience, but also impacting on the epistemological foundations of history as a form of writing. Their analyses, therefore, allow the exploration of important theoretical, political and even poetic implications of the meaning given to the event in historiography.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.15848/hh.v12i30.1462
dc.identifier.issn1983-9928
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37319
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofHistória da Historiografia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistoriografia
dc.subjectTempo História
dc.subjectCerteau, Michel de
dc.subjectCastoriadis, Cornelius, 1922-
dc.subject.otherEscrita da História
dc.subject.otherAcontecimento
dc.subject.otherTempo histórico
dc.titleTempo do evento, poética da história: maio de 1968 segundo Michel de Certeau e Cornelius Castoriadis
dc.title.alternativeTime of the event, poetics of history: May 1968 according to Michel de Certeau and Cornelius Castoriadis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage169
local.citation.issue30
local.citation.spage139
local.citation.volume12
local.description.resumoEste artigo analisa e estabelece comparações entre as interpretações de Michel de Certeau e Cornelius Castoriadis sobre as manifestações de maio de 1968. São privilegiados os escritos produzidos por ambos os autores na própria conjuntura do evento, não obstante relações com textos posteriores também sejam realizadas. Por meio da análise desses materiais distintos, sugere-se a relevância dos acontecimentos de 1968 para a formulação de algumas ideias-chave dos dois autores, sobretudo no que diz respeito ao significado conferido ao evento como o surgimento do novo, do inesperado, do impensável. Essa valorização da radical novidade das ocorrências de maio se relacionava com pressupostos ontológicos sobre a temporalidade da história como experiência vivida, mas também incidia sobre os fundamentos epistemológicos da história como forma de escrita. Suas análises, portanto, permitem explorar importantes implicações teóricas, políticas e até mesmo poéticas do significado conferido ao evento pela historiografia.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0389-4754
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1462

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