A pedagogia do Rosário, conteúdo educativo da festa: estudo do potencial pedagógico contido na festa de Nossa Senhora do Rosário

dc.creatorMaria das Merces Bonfim Ambrosio
dc.date.accessioned2019-08-11T21:23:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:11:41Z
dc.date.available2019-08-11T21:23:57Z
dc.date.issued1989-03-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-87DJEQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIgreja Católica
dc.subjectRaça negra
dc.subjectCultura popular
dc.subjectEducação
dc.subjectFestas folclóricas
dc.subjectIdentidade social
dc.subjectCatolicismo
dc.subjectNossa Senhora do Rosario, Festa de
dc.subjectFestas religiosas
dc.subject.otherFesta de nossa senhora do rosário
dc.subject.otherConteúdos educatiovs
dc.titleA pedagogia do Rosário, conteúdo educativo da festa: estudo do potencial pedagógico contido na festa de Nossa Senhora do Rosário
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Roberto Jamil Cury
local.contributor.referee1Eliane Marta Santos Teixeira Lopes
local.contributor.referee1Maria Amelia Gomes de C Giovanetti
local.description.resumoElaborado como dissertação de Mestrado em educação, "A Pedagogia do Rosário-caráter educativo da Festa", objetivou desvendar os conteúdos educativos presentes na Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Sete Lagoas-MG. Através da participação nesses eventos, nos anos de 1981 e 1982 e de entrevistas com membros das guardas de Nossa Senhora do rosário naquela cidade- além de leitura orientada-foi possível traçar as linhas dessa pedagogia, presentes neste trabalho. Trata-se de uma manifestação cultural da raça negra, que em Sete Lagoas é realizada no período de agosto a outubro, durante um fim-de-semana, cada Guarda realizando sua prórpia Festa, e partcipando, como convidada, nas outras. A fala, o canto e a dança dos auto-denominados "pretinhos do Rosário" , ao tempo em que se refere a dados da história "oficial", como a escravidão, formula sua própria história numa linguagem propria, em que a lógica racionalista apontaria algumas idiossincrasias. Entretanto, passada de geração a geração, essa memória mostra-se fundamental em "manter a tradição" que confere aos "pretinhos" uma identidade prórpia. Fazer a festa é o modo de afirmar essa identidade, referida nçao só à dominação cotidiana, mas a um passado de realeza, saberania e escravidão. Tal contradição, realizada nas contradições em que vivem esses agentes, propulsiona uma prática pedagógica através da qual os "pretinhos"vivem, na Festa , a festa e a luta. Ao se convocarem, a cada ano, a "fazer mais Festa",indicam que é possível viver, mais do que só trabalhar.
local.publisher.initialsUFMG

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