Raiva humana no Brasil, 1992 - 2001

dc.creatorFrancisco Anilton Alves Araujo
dc.date.accessioned2019-08-11T10:59:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:58:25Z
dc.date.available2019-08-11T10:59:19Z
dc.date.issued2002-11-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8BWGGJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRaiva Controle
dc.subjectRaiva Epidemiologia
dc.subject.otherRaiva humana
dc.subject.otherEpidemiologia
dc.titleRaiva humana no Brasil, 1992 - 2001
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Ailton da Silva
local.contributor.referee1Vera Lucia Viegas de Abreu
local.contributor.referee1Marisa Mazzoncini de Azevedo Marques
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Pedro Lucio Lithg Pereira
local.description.resumoO estudo caracteriza os aspectos epidemiológicos da raiva humana no Brasil, no período de 1992 a 2001 e visa avaliar tendências da enfermidade no país e contribuir para a proposição de medidas de controle. Para análise dos casos, foi utilizado o banco de dados do Sistema de Vigilância da Raiva Humana (VE6), e realizado estudo descritivo de 313 casos ocorridos no período de 1992 a 2001. Os resultados revelam a tendência de redução do número de casos ao longo do período estudado. O coeficiente médio no período, variou de 0,4/1.000.000 de habitantes em 1992 a 0,1/1.000.000 em 2001. A Região Nordeste foi a mais acometida, representando 50,48% dos casos. Foram 205 municípios que notificaram casos no período. O sexo masculino foi acometido em 72,2% dos casos com a faixa etária predominante de 4 a 14 anos (37,1%). Existiu uma pequena predominância dos casos na zona urbana representando 53,4% dos casos. 19,2% ocorreram em estudantes do primeiro grau. Sob o ponto de vista da ocupação definida. O cão continua sendo principal transmissor da raiva , tanto na zona urbana como na zona rural, representando 75,7%, seguido pelo morcego com 9,6% dos casos. Quanto ao período de incubação, observa-se o período médio de 66,3 dias com uma mediana de 51 dias e limites inferior e superior de cinco e 378 dias, respectivamente. A mordedura foi o tipo de exposição mais freqüente, com 86,9% e teve a mão e membros superiores como as regiões anatômicas mais atingidas, com 39,6% do total. Além disto houve confirmação laboratorial em 50,2% dos casos. Conclui-se que apesar da redução gradativa do número de casos de raiva humana, esta diminuição não foi homogênea, pois o país apresenta áreas com diferentes situações epidemiológicas, com casos transmitidos por cão e gato persistindo em alguns Estados enquanto que em outros tem ocorrido uma redução significativa, determinando, desta forma, a importância de outras espécies animais na transmissão da enfermidade.
local.publisher.initialsUFMG

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