Prevalência de infecções em gestantes: dados do Inquérito Nascer em Belo Horizonte, 2011 – 2013

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Introdução: As infecções ocorridas no período gravídico-puerperal são capazes não só de comprometer a saúde materna como afetar o sistema imune em desenvolvimento do feto, e por isso devem ser tratadas como tema de relevância e combate, mediante seu impacto na saúde dessa população específica (DAUBY et al., 2012). A Infecção do Trato Urinário (ITU), doença que acomete mais as mulheres que os homens e está entre as infecções mais comuns do período da gestação, sendo considerada como a terceira incidência clínica mais comum deste período, acometendo entre 17% a 20% das gestantes, principalmente no primeiro trimestre da gestação (BRASIL, 2013; MATA et al., 2014). As gestantes mais expostas a ITU possuem características semelhantes, sendo elas, primigestas, anêmicas e as acometidas a infecção anteriormente (VETTORE et al; 2013). A maioria das infecções tem meios de identificação, tratamento e cura. Outras não tem cura, mas tem manejo, inclusive para evitar a transmissão vertical. Objetivo: O objetivo principal deste estudo consistiu em determinar a prevalência das principais infecções maternas que acometem as gestantes participantes do Inquérito Nascer em Belo Horizonte – Minas Gerais, de novembro de 2011 a março de 2013. Além disso, como objetivo específico, buscou-se analisar os fatores socioeconômicos e assistenciais relacionado a infecção mais prevalente nesse grupo, a Infecção do Trato Urinário (ITU). Metodologia: Trata-se de um estudo transversal de base hospitalar, que analisou a prevalência de infecções maternas, principalmente a ITU e seus fatores associados. Em um primeiro momento estimou-se a prevalência de infecções em mulheres durante seu período gestacional, a partir dos dados coletados do prontuário e do questionário. No segundo momento, diante da alta prevalência de infecção urinária analisou-se os possíveis fatores socioeconômicos e assistenciais associados à ITU. Resultados: Os resultados demostraram que a ITU é a mais prevalente entre as demais infecções avaliadas e que esta apontou disparidades quando informada pela mulher e no levantamento dos registros do prontuário. Conclusão: Desta forma os resultados demonstraram a necessidade da elaboração e implementação de estratégias de educação para a saúde em relação a ITU em gestantes, além de elaborações de planos de cuidado baseados em evidências socioeconômicas, clínicas e assistenciais de cada mulher.

Abstract

Assunto

Fatores Socioeconômicos, Feto, Gestantes, Infecções, Mulheres, Saúde Materna

Palavras-chave

Infecção do trato urinário, Infecção materna, . Gestantes, Saúde materno-infantil

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