Estudo da esofagostomose como fator predisponente de reações alérgicas inespecíficas no diagnóstico da tuberculose bovina

dc.creatorPedro Moacyr Pinto Coelho Mota
dc.date.accessioned2019-08-13T12:35:34Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:53Z
dc.date.available2019-08-13T12:35:34Z
dc.date.issued1985-06-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8R3KDH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTuberculose em bovino Diagnostico
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleEstudo da esofagostomose como fator predisponente de reações alérgicas inespecíficas no diagnóstico da tuberculose bovina
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jerome Langenegger
local.contributor.referee1Romulo Cerqueira Leite
local.contributor.referee1Jose Divino Lopes Filho
local.description.resumoCom o objetivo de determinar a importância do Oesophagostomum radiatum no carreamento de micobactérias atípicas do meio ambiente para o organismo animal a ponto de sensibilizá-lo, foi realizada esta pesquisa que pode ser subdividi- da em duas etapas. Na primeira, trabalhou-se com materiais da mucosa entérica de bovinos de descarte, provenientes de regiões dos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, comprovadamente com problemas de reações inespecíficas da prova tuberculinica. De 800 materiais trabalhados, isolaram-se 42 culturas de micobactérias, 30 (71,4%) proveniente da área do intestino, englobando um nódulo e 12 (28,6%) de área que serviu como controle, aparentemente sem lesão. Na segunda etapa desta pesquisa procurou-se comprovar o papel do Oesophagostomum radiatum como veiculador de micobactérias atípicas em bovinos. Foram criadas artificialmente larvas do Oesophagostomum radiatum em ambiente contaminado e sem contaminação de micobactérias. Nesta etapa foram utilizados três grupos de bezerros com cinco animais por grupo. Ao grupo I, administraram-se, por via oral, a cada animal 10.000 larvas de Oesophagostomum radiatum, criadas em ambiente contaminado com micobactérias. Ao grupo II, também foram administradas a cada animal 10.000 larvas criadas em ambiente sem contaminação de micobactérias. Ao grupo III, que ficou como controle, não se administraram larvas de Qesophagostomum radiatum. Esses animais foram tuberculinizados em duas ocasiões, após 33 e 93 dias início do experimento. Nas condições em que foi conduzida esta pesquisa não foi notado nenhuma reação alérgica que pudesse ser atribuída a micobactérias atípicas.
local.publisher.initialsUFMG

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