Environmental and human health risk assessment of pharmaceuticals in surface and drinking water treated by conventional and membrane separation processes

dc.creatorAmanda Vitória Santos
dc.date.accessioned2019-08-14T13:49:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:56:53Z
dc.date.available2019-08-14T13:49:02Z
dc.date.issued2018-08-09
dc.description.abstractThe aim of the present study was to assess environmental and human toxicological risk of pharmaceutically active compounds (PhACs) in raw and treated water of four Brazilian water supply systems and to analyze the risk reduction capacity of nanofiltration (NF), reverse osmosis (RO) and membrane distillation (MD). In order to achieve this, 28 compounds were selected for evaluation. PhACs were quantified by high performance liquid chromatography (HPLC) coupled to mass spectrometer (MS). The hazard quotients (HQ) were calculated by the ratio between the highest measured environmental concentrations (MEC) in each water source and the predicted non-effect concentration (PNEC). The human margin of exposure (MOE) was calculated by the ratio between the safe exposure level, estimated by the tolerable daily intake (TDI), and the MEC. Pharmaceutical compounds residues were detected in all evaluated water supply systems, in concentrations in the order of ng/L. Betamethasone, prednisone and fluconazole were the most frequent and abundant compounds, both in surface and treated water. PhAC occurrence was susceptible to seasonality and to the socio-economic conditions of the region. Regarding toxicity potential, less than 1% of the evaluated PhACs were classified as non-toxic and approximately 60% were considered highly toxic. Both raw and treated water from the four water supply systems were subject to environmental risk at some level owing to at least one PhAC. The toxicological risk reduction capacity of conventional DWTPs was only partial, making potable water still a risk to the environment. Besides, atorvastatin presented MOE below 100, indicating a significant risk to public health. NF, RO and MD processes were applied for the treatment of one of the evaluated water supply systems and the results confirmed the high PhAC removal capacity of the membrane separation processes (MSP). PhAC rejection of NF and RO decreased with the increase of the permeate recovery rate (RR). It was possible to quantify the compounds in permeate stream at 40% and 60% of recovery rate, respectively. MD was able to reduce PhAC concentrations until below the quantification limit up to a RR of 70%. Owing to the high removal efficiency and, consequently, the low concentration of PhACs in the water treated by the MSP, no environmental or human health toxicological risk was observed. Besides presenting the highest PhAC removal, MD showed no tendency to fouling, which was the main cause of flux decline in RO and NF processes. On the other hand, MD presented the highest operating cost, which could be reduced, however, by using low-cost energy, such as solar or residual heat.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/RAOA-BD2HAC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMeio ambiente
dc.subjectNanofiltração
dc.subjectAvaliação de riscos ambientais
dc.subjectEngenharia sanitária
dc.subjectOsmose
dc.subject.otherDestilação assistida por membranas
dc.subject.otherNanofiltração
dc.subject.otherAvaliação de risco para a saúde humana
dc.subject.otherOsmose inversa
dc.subject.otherCompostos farmaceuticamente ativos
dc.subject.otherAvaliação de risco ambiental
dc.titleEnvironmental and human health risk assessment of pharmaceuticals in surface and drinking water treated by conventional and membrane separation processes
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Laura Hamdan de Andrade
local.contributor.advisor1Miriam Cristina Santos Amaral
local.contributor.referee1Silvia Maria Alves Correa Oliveira
local.contributor.referee1Ann Honor Mounteer
local.contributor.referee1Katia Cecilia de Souza Figueiredo
local.description.resumoO objetivo deste trabalho foi avaliar a ocorrência de risco toxicológico ambiental e para a saúde humana de compostos farmaceuticamente ativos (PhACs) nas águas brutas e tratadas de quatro sistemas de abastecimento brasileiros e analisar a capacidade de redução de risco dos processos nanofiltração (NF), osmose inversa (OI) e destilação por membranas (DM). Para tanto, 28 PhACs foram selecionados para avaliação. Os coeficientes de risco (CR) foram calculados pela razão entre as maiores concentrações de PhACs medidas (MEC) e a concentração prevista de não efeito (PNEC). A margem de exposição (MOE) humana foi calculada pela razão entre o nível de exposição seguro, estimado pela ingestão diária tolerável (IDT), e a MEC. Resíduos de PhACs foram detectados em todos os mananciais avaliados, em concentrações na ordem de ng/L. Os fármacos betametasona, prednisona e fluconazol apresentaram as maiores frequências e concentrações, tanto nas águas brutas quanto nas tratadas. A ocorrência de PhACs se mostrou relacionada à sazonalidade e às condições sócio-econômicas da região. Menos de 1% dos PhACs avaliados não foram classificados como tóxicos e aproximadamente 60% foram considerados altamente tóxicos. Tanto a água bruta quanto a tratada dos quatro mananciais estavam sujeitas a risco ambiental em algum nível devido a pelo menos um PhAC. A capacidade de redução de risco toxicológico das ETA convencionais foi apenas parcial, fazendo com que a água potável ainda representasse risco para o ambiente. Além disso, a atorvastatina apresentou MOE abaixo de 100, indicando risco significativo para a saúde pública. Os processos NF, OI e DM foram aplicados para o tratamento da água de um dos mananciais avaliados e os resultados confirmaram a alta capacidade de remoção de fármacos dos processos de separação por membranas (PSM). A remoção de PhACs dos processos NF e OI decresceu com o aumento do grau de recuperação de permeado (RR). Já a DM foi capaz de reduzir a concentração dos PhACs para valores abaixo do limite de quantificação do método até um RR de 70%. Devido à alta eficiência de remoção e, consequentemente, à baixa concentração de PhACs na água tratada pelos PSM, não foi observado risco toxicológico ambiental nem para a saúde humana. Além de propiciar a maior remoção de PhACs, a DM não apresentou tendência à incrustação, que foi, por sua vez, a principal causa de declínio de fluxo nos processos OI e NF. Em contrapartida, a DM apresentou o maior custo operacional, que pode, contudo, ser reduzido através do uso de energias de baixo custo, como energia solar e calor residual.
local.publisher.initialsUFMG

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