Consumo e exposição a bebidas alcoólicas entre adolescentes brasileiros: evidências das pesquisas nacionais de saúde do escolar de 2015 e 2019

dc.creatorDebora Malta
dc.creatorElton Junio Sady Prates
dc.creatorAlan Cristian Marinho Ferreira
dc.creatorPaula Carvalho de Freitas
dc.creatorPatrícia Pereira Vasconcelos de Oliveira
dc.creatorCrizian Saar Gomes
dc.creatorIsis Eloah Machado
dc.creatorEduardo Luiz Gonçalves Rios Neto
dc.date.accessioned2023-11-01T20:30:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:34:26Z
dc.date.available2023-11-01T20:30:51Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjective: to analyze indicators of consumption and exposure to alcoholic beverages among Brazilian schoolchildren in 2019 and compare them to those in 2015. Method: cross-sectional study with data from the National School Health Survey (PeNSE), carried out in 2015 and 2019. In 2019 , indicators relating to consumption and exposure to alcoholic beverages were analyzed, stratified by sex, age group, administrative dependency, federation units and geographic region. Prevalence and respective 95% confidence intervals (95% CI) were estimated. Results: there was an increase in trying alcoholic beverages before the age of 13 (30.6% in 2015 to 34.6% in 2019); suffer from drunkenness in their lives (27.2% in 2015 to 47.0% in 2019) and have problems with friends due to alcohol consumption (9.3% in 2015 to 15.7% in 2019). All indicators were more prevalent among girls, except binge drinking and drunken episodes, which had no differences between genders, and were higher among older students. Episodes of drunkenness and having friends who drink alcoholic beverages were more prevalent among students from public schools, while consumption of alcoholic beverages by parents and having had problems with their families or friends due to the consumption of alcoholic beverages were higher among students from public schools. private. Conclusion: there was a high prevalence of experimentation, consumption and exposure to alcoholic beverages, showing that a large proportion of Brazilian adolescents are exposed to an avoidable burden of morbidity and mortality resulting from consumption and exposure to alcohol.
dc.identifier.doi10.35699/2316-9389.2022.38495
dc.identifier.issn2316-9389
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60446
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Mineira de Enfermagem
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlcool
dc.subjectConsumo
dc.subjectAdolescentes
dc.subject.otherConsumo de Álcool por Menores
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherInquéritos epidemiológicos
dc.subject.otherEstudos Transversais
dc.subject.otherBrasil
dc.titleConsumo e exposição a bebidas alcoólicas entre adolescentes brasileiros: evidências das pesquisas nacionais de saúde do escolar de 2015 e 2019
dc.title.alternativeConsumption of and exposure to alcoholic beverages among brazilian adolescents: diverse evidence from the 2015 and 2019 national school health survey
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: analisar os indicadores de consumo e exposição a bebidas alcoólicas entre escolares brasileiros em 2019 e compará-los aos de 2015. Método: estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizadas em 2015 e 2019. Em 2019, analisaram-se os indicadores referentes ao consumo e à exposição a bebidas alcoólicas, estratificadas por sexo, faixa etária, dependência administrativa, unidades da federação e região geográfica. Estimou-se as prevalências e os respectivos intervalos de 95% de confiança (IC 95%). Resultados: houve aumento na experimentação de bebidas alcoólicas antes de 13 anos (30,6% em 2015 para 34,6% em 2019); sofrer embriaguez na vida (27,2% em 2015 para 47,0% em 2019) e ter problemas com amigos devido ao consumo de bebidas alcóolicas (9,3% em 2015 para 15,7% em 2019). Todos os indicadores foram mais prevalentes entre meninas, exceto beber em binge e episódios de embriagues, que não tiveram diferenças entre os sexos, bem como foram mais elevadas entre estudantes mais velhos. Os episódios de embriaguez e ter amigos que ingerem bebida alcoólica foram mais prevalentes entre escolares de escolas públicas, enquanto o consumo de bebidas alcoólicas pelos pais e ter tido problemas com suas famílias ou amigos devido ao consumo de bebidas alcoólicas foram mais elevados em estudantes de escolas privadas. Conclusão: evidenciaram-se elevadas prevalências de experimentação, consumo e exposição a bebidas alcoólicas, mostrando que grande parcela dos adolescentes brasileiros se encontra exposta a uma carga evitável de morbimortalidade decorrente do consumo e exposição ao álcool.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/reme/article/view/38495

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