Economias externas, atributos urbanos e produtividade: evidências a partir do nível salarial industrial das microrregiões brasileiras, 2000-2010

dc.creatorElton Eduardo Freitas
dc.date.accessioned2019-08-13T08:50:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:09Z
dc.date.available2019-08-13T08:50:58Z
dc.date.issued2012-02-08
dc.description.abstractThis study aims to identify the extent to which local production structure of a city enhances external economies of scale, implying productivity gains to their industries, taking the Brazilian micro-regions as a geographical unit of analysis. It is known that local productivity is influenced by factors such as that related to human capital, regional attributes, particular industrial features that impact on industrial productivity gap, differences in regional productive structure and, finally, by urban attributes as the presence of a centrality and the availability of complex services. The study uses formal employment data from the Transformation and Extractive Industry sectors of aggregated by segments of Natural Resources, Labor Intensive and Capital Intensive. The information was obtained from the Annual Social Information (RAIS), between the years 2000 and 2010. The estimates use static panel data model with fixed effects, which lets one to capture the time invariant possible regional differences. It also take the local industrial wage level as endogenous variable. The results suggest evidence of local externalities of the type location/MAR and urbanization/Jacobs, although do not indicate evidence of Porter externalities. The results for the urban attributes indicate, for its turn, that the Capital Intensive industries segment has advantage only if they are located in diversified urban centers, while the Labor Intensive industries segment can take advantage located in middle-size urban centers that are specialized in a few industrial activities. Besides, the results suggest that diversified urban centers do not influence the increase in productivity within the Natural Resources segment.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-8ULQUR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProdutividade
dc.subjectBrasil Condições econômicas
dc.subjectEconomia urbana
dc.subject.otherProdutividade
dc.subject.otherEconomias externas
dc.subject.otherAtributos Urbanos
dc.titleEconomias externas, atributos urbanos e produtividade: evidências a partir do nível salarial industrial das microrregiões brasileiras, 2000-2010
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rodrigo Ferreira Simoes
local.contributor.referee1Bernardo Palhares Campolina Diniz
local.contributor.referee1Carlos Roberto Azzoni
local.description.resumoO objetivo do estudo é identificar em que medida a estrutura produtiva local de uma cidade potencializa as economias externas de escala, implicando ganhos de produtividade de suas indústrias, tendo as microrregiões brasileiras como unidade geográfica de análise. Sabe-se que a produtividade local é influenciada por elementos relacionados ao capital humano, também por atributos regionais, particularidades industriais que impactam no diferencial de produtividade, diferenças na estrutura produtiva regional e, por fim, por atributos urbanos quanto à presença de centralidade e disponibilidade de serviços complexos. O estudo utiliza dados de emprego formal para setores da Indústria Transformação e Extrativa agregados nos segmentos de Recursos Naturais, Capital Intensivo e Trabalho Intensivo, essas informações foram obtidas da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), entre os anos de 2000 e 2010. As estimações utilizam o modelo de dados em painel estático com efeitos fixos, o que permite captar possíveis diferenças regionais invariantes no tempo, toma-se o nível de salário industrial local como variável endógena. Os resultados sugerem evidências de externalidades locais do tipo localização/MAR e urbanização/Jacobs, porém não apontam evidência de externalidades Porter. Os resultados referentes aos atributos urbanos indicam que indústrias do segmento de Capital Intensivo possuem vantagens apenas se estiverem localizadas em centros urbanos diversificados, enquanto indústrias do segmento Trabalho Intensivo conseguem obter vantagens localizadas em centros urbanos de porte intermediário e especializados em poucas atividades industriais. Os resultados sugerem ainda que centros urbanos diversificados não influenciam a elevação da produtividade no segmento de Recursos Naturais.
local.publisher.initialsUFMG

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