Energia líquida de dietas submetidas a diferentes processamentos e suplementações enzimáticas para suínos em crescimento

dc.creatorAndressa da Silva Fomigoni
dc.date.accessioned2019-08-09T23:52:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:47Z
dc.date.available2019-08-09T23:52:06Z
dc.date.issued2016-06-21
dc.description.abstractAiming to evaluate the effect of different particle sizes and physical form of the feed and the effect of different enzymes supplementation on digestibility coefficients of dry matter (CDMS), crude protein (CDPB), gross energy (CDEB), digestible energy values (ED), metabolizable (EM), ratio metabolizable energy:digestible energy (EM:ED), heat production (PC), calorie incremente (IC) and net energy (EL) two experiments were carried out. Were used 16 pigs in experiment I and 20 pigs in experiment II, castrated males of comercial lineage with average initial weight of 25 kg. The experimental design was completely randomized, on what, being the experiment I composed of four treatments and four replicates and experiment II for four treatments and five replicates, and one animal per experimental unit. In experiment I, treatments consisted of two mashs diets, with DGM of 614 m and 888 m and pelleted diets with different pellet sizes, in which, in pellet thin DGM was 614 m, and the coarse pellet DGM was 888 m, and the experiment II, feed containing different enzymes (control diet, amylase + celulase + protease, -mananase and -galactosidase). The diets used in both experiments were isoenergetic and isoproteic, formulated to meet the nutritional requirements of animals in the growth phase. The analyzed variables were submitted to analysis of variance and the data of the experiment I were compared by SNK test and experiment II by Dunnet, the 5% probability. No differences were found (P0,05) on the digestibility and energy values of both experiments. It is concluded that the enzyme supplementation and processing does not influence the digestibility and energy values of the diets for growing pigs.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AH8NYX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDigestibilidade
dc.subjectSuino Alimentação e rações
dc.subjectDieta em veterinaria
dc.subjectEnzimas
dc.subjectNutrição animal
dc.subject.otherIncremento calórico
dc.subject.otherProcessamento da dieta
dc.subject.otherProdução de calor
dc.subject.otherEnzima
dc.subject.otherRespirometria
dc.titleEnergia líquida de dietas submetidas a diferentes processamentos e suplementações enzimáticas para suínos em crescimento
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Leonardo Jose Camargos Lara
local.contributor.advisor-co1Ricardo Reis e Silva
local.contributor.advisor1Dalton de Oliveira Fontes
local.contributor.referee1Walter Motta Ferreira
local.contributor.referee1Leonardo Boscoli Lara
local.contributor.referee1Francisco Carlos de Oliveira Silva
local.contributor.referee1Carlos Henrique de Figueiredo Vasconcellos
local.description.resumoVisando-se avaliar o efeito de diferentes tamanhos de partícula e forma física da ração e o efeito da suplementação de diferentes enzimas sobre os coeficientes de digestibilidade da matéria seca (CDMS), da proteína bruta (CDPB), da energia bruta (CDEB), dos valores de energia digestível (ED), metabolizável (EM), relação EM:ED, produção de calor (PC), incremento calórico (IC) e energia líquida (EL), foram realizados dois experimentos. Utilizou-se 16 suínos no experimento I e 20 suínos no experimento II, machos castrados de linhagem comercial com peso inicial médio de 25 kg. O delineamento experimental empregado foi o inteiramente casualisado, sendo o experimento I composto por quatro tratamentos e quatro repetições e o experimento II por quatro tratamentos e cinco repetições, e um animal por unidade experimental. No experimento I, os tratamentos consistiram em duas rações fareladas com DGM de 614 m e de 888 m, e duas rações peletizadas com tamanhos de pélete diferentes, em que, no pélete fino o DGM da ração era de 614 m, e no pélete grosso o DGM era de 888 m, e o experimento II, rações contendo diferentes enzimas (dieta controle, amilase + celulase + protease, -mananase e -galactosidase). As dietas utilizadas em ambos os experimentos foram isoenergéticas e isoproteicas, formuladas para atender as exigências nutricionais dos animais na fase de crescimento. As variáveis analisadas foram submetidas à análise de variância e os dados do experimento I comparados pelo teste SNK, e os do experimento II pelo teste Dunnet, a 5% de probabilidade. Não foram encontradas diferenças (P0,05) sobre a digestibilidade e valores energéticos de ambos os experimentos. Conclui-se que o processamento e a suplementação enzimática não influenciam a digestibilidade e valores energéticos das dietas para suínos em crescimento.
local.publisher.initialsUFMG

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