Aspectos epidemiológicos da anaplasmose bovina em Minas Gerais e avaliação da vacina atenuada

dc.creatorMúcio Flávio Barbosa Ribeiro
dc.date.accessioned2019-08-13T01:40:09Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:12Z
dc.date.available2019-08-13T01:40:09Z
dc.date.issued1978-12-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QWN8H
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectBovino Doenças
dc.subjectAnaplasmose Epidemiologia Minas Gerais
dc.subjectAnaplasmose Vacina
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleAspectos epidemiológicos da anaplasmose bovina em Minas Gerais e avaliação da vacina atenuada
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ronaldo Reis
local.contributor.referee1Francisco Cecilio Viana
local.contributor.referee1Fred Emil Brautigam Rivera
local.description.resumoEXPERIMENTO I Com a finalidade de determinar a idade na qual os bezerros tornam-se infectados com A. marginale, em área endêmica de Minas Gerais, 13 bezerros recém-nascidos da raça Holandesa foram expostos ao Boophilus microplus, a partir de oito dias de idade. Foram realizados exames pelo Teste do Cartão (CT), volume globular (%), esfregaços de sangue corados pelo Giemsa e observação clínica semanal. A persistência de anticorpos colostrais, detectada pelo CT, variou entre 12 e 40 dias (x 26,9 +/- 8,7). Todos os animais apresentaram parasitemia > 0,013% de A. marginale, entre 37 a 79 dias (x 62 +/- 12) e antecederam em um semana à reação do CT. Decréscimo significativo do volume globular foi observado uma semana após o pique da parasitemia, retornando aos níveis normais 27,5 +- 8,8 dias, em média. Quatro bezerros apresentaram sinais clínicos de anaplasmose, sendo que nenhum deles foi medicado, recuperando-se naturalmente. EXPERIMENTO II O objetivo foi a determinação de prevalência da anaplasmose bovina, por faixa etária e raça, em quatro regiões de Minas Gerais (Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Sul de Minas e Zona Metalúrgica). Foram realizados teste do cartão. Volume globular e esfregaços sanguíneos corados pelo Giemsa, em 865 amostras de 11 propriedades, localizadas em microrregiões diferentes. Os bovinos eram de raça Zebuína (Bos indicus), Holandesa (Bos taurus) e mestiça, em diferentes faixas etárias. Não foi observada diferença na prevalência entre as microrregiões estudadas; todas as raças mostraram alta prevalência de anticorpos. Quanta à faixa etária notou-se que a infecção ocorre em animais jovens e que acima de quatro meses, praticamente, todos os animais apresentam anticorpos contra A. marginale. EXPERIMENTO III Foram utilizados 11 bezerros da raça Holandesa, previamente expostos ao Boophilus microplus em piquetes, a partir de oito dias de idade. Entre as idades de 21 a 60 dias (x 38,8), foram inoculados com uma amostra atenuada de A. marginale, por via intramuscular, na dose de 2cc, retornado ao piquete. Um grupo de 11 bezerros, entre as idade de 25-58 dias )x 43,5), com manejo semelhante, foram deixados como testemunhas. Foram realizados exames pelo teste do cartão, volume globular (%), esfregaços sanguíneos e observações clínicas semanais. A temperatura retal foi tomada diariamente, durante o decorrer do experimento. Os animais, antes do início do experimento, não apresentavam hemácias parasitadas e 18 foram negativos ao teste do cartão. Todos os animais, vacinados e controles, durante o experimento, apresentaram sinais leves de anaplasmose, sendo que o grupo vacinado apresentou decréscimo significativo do volume globular e maior parasitemia, quando comparado com o grupo controle.
local.publisher.initialsUFMG

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