Quanto a mim, eu: a subjetividade literária em Pessoa e Borges
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tese de doutorado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Ana Cecilia de Carvalho
Eneida Maria de Souza
Maria Zilda Ferreira Cury
Eneida Maria de Souza
Maria Zilda Ferreira Cury
Resumo
Verifica-se a possibilidade de, nas obras de Fernando Pessoa e Jorge Luis Borges, estar encenada uma subjetividade literária capaz de alargar o conceito tradicional de sujeito. Subjetividade literária seria o termo utilizado para designar o que tem sido denominado de "presença" ou "fenômeno" de formas diferenciadas do eu no texto literário. Dessa maneira, os conceitos de autoria e de leitor são questionados, uma vez que se observa o combate, por parte de Pessoa e de Borges, aos princípios unificadores da produção e da recepção. São desenvolvidas, na argumentação, as noções de duplo, de heteronímia e de plágio. Conclui-se, com base nas teorias desenvolvidas por Bakhtin, Deleuze,Foucault, Blanchot, entre outros, que a noção de sujeito é abalada por Borges e Pessoa, cujas obras propõem o deslocamento progressivo, por meio da alteridade, para o conceito de subjetividade literária.
Abstract
Assunto
Borges, Jorge Luis, 1899-1986 Crítica e interpretação, Pessoa, Fernando, 1888-1935 Crítica textual, Subjetividade
Palavras-chave
Estudos Literários