Uso de medicamentos por adultos na atenção primária: inquérito em serviços de saúde de Minas Gerais, Brasil

dc.creatorThais de Abreu Moreira
dc.creatorJuliana Alvares-Teodoro
dc.creatorMariana Michel Barbosa
dc.creatorAugusto Afonso Guerra Júnior
dc.creatorFrancisco de Assis Acurcio
dc.date.accessioned2024-08-14T14:38:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:43:12Z
dc.date.available2024-08-14T14:38:27Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractIntroduction: Inappropriate use and increase of health care spending reinforce the need to extend our knowledge about the quality of medication use. Objectives: To describe and evaluate the profile of medication use in a representative sample of adult users of primary care services in the Unified Health System (SUS) of Minas Gerais. Method: Cross-sectional study, with 1,159 interviewees in 104 municipalities and 253 health care services. Data on sociodemographic characteristics, health conditions and use of medicines were collected, and these variables were stratified by age group. Univariate and multivariate analyses, using logistic regression, were conducted to identify predictors of self-medication. We set a significance level of 5% for all tests. Results: The prevalence of medication use was 81.8%, with an average of 2.67 medicines per user, which increased with age. The most used drugs were losartan, hydrochlorothiazide and simvastatin, which differed between age groups. Significant selfmedication was observed not only in young adults but also in the elderly. The predictors of self-medication were: being a young adult, having a higher level of education, not having chronic diseases, having worse self-perception of health and not adhering to prescription drugs. Young and elderly adults showed characteristics that made them more vulnerable in relation to the rational use of medicines. Conclusion: This study can contribute to improving primary care, where it identified problems related to the extent of medication use, especially among young adults and the elderly in Minas Gerais.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doiDOI: 10.1590/1980-549720200025
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/73982
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicamentos para a atenção básica
dc.subjectTratamento farmacológico
dc.subjectAssistência farmacêutica
dc.subjectSistema Único de Saúde
dc.subject.otherUso de medicamentos
dc.subject.otherAutomedicação
dc.subject.otherFarmacoepidemiologia
dc.subject.otherAtenção primária à saúde
dc.subject.otherSaúde pública
dc.titleUso de medicamentos por adultos na atenção primária: inquérito em serviços de saúde de Minas Gerais, Brasil
dc.title.alternativeUse of medicines by adults in primary care: survey on health services in Minas Gerais, Brazil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issueE200025
local.citation.spage1
local.citation.volume23
local.description.resumoIntrodução: O uso inadequado e o crescimento dos gastos em saúde reforçam a necessidade de ampliar o conhecimento sobre a qualidade de uso de medicamentos. Objetivos: Descrever e avaliar o perfil de utilização de medicamentos em uma amostra representativa de usuários adultos da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) de Minas Gerais. Método: Estudo transversal, com 1.159 entrevistados em 104 municípios e 253 serviços de saúde. Foram coletados dados sobre características sociodemográficas, condições de saúde e uso de medicamentos, sendo essas características estratificadas por faixas etárias. Análises univariada e multivariada, por meio de regressão logística, foram conduzidas para identificar preditores de automedicação. Para todos os testes, foi adotado o nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de uso de medicamentos foi de 81,8%, com média de 2,67 medicamentos por usuário, que aumenta com a faixa etária. Os medicamentos mais utilizados foram losartana, hidroclorotiazida e sinvastatina, com diferenças entre as faixas etárias. Observou‑se automedicação significativa não só em adultos jovens, mas também entre idosos. Os preditores de automedicação foram: ser adulto jovem, ter maior nível de escolaridade, não apresentar doenças crônicas, ter pior autopercepção de saúde e não aderir a medicamentos prescritos. Adultos jovens e idosos apresentaram características que os tornaram mais vulneráveis em relação ao uso racional de medicamentos. Conclusão: O estudo pode contribuir para melhorar o cuidado na atenção primária, pois identificou problemas relevantes relacionados à qualidade do uso de medicamentos, especialmente entre adultos jovens e idosos em Minas Gerais.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0123-1292
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0210-0721
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8087-7237
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5256-0577
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5880-5261
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbepid/a/PrPphzV7pM47BmHQ9xrjbNL/?lang=pt

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