Saberes tradicionais de benzedeiras e os processos educativos da EJA

dc.creatorRonildo Geraldo da Silva
dc.date.accessioned2022-08-04T15:32:08Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:19Z
dc.date.available2022-08-04T15:32:08Z
dc.date.issued2022-03-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43977
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação de adultos
dc.subjectBenzedeiras
dc.subjectQuilombos - Educação - Minas Gerais
dc.subjectNegros - Educação
dc.subjectRelações raciais
dc.subjectRelações étnicas
dc.subjectQuilombolas
dc.subject.otherEducação popular negra
dc.subject.otherBenzedeiras
dc.subject.otherEJA
dc.titleSaberes tradicionais de benzedeiras e os processos educativos da EJA
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Natalino Neves da Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8701722710780673
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5635583188477833
local.description.resumoEste estudo propõe entender possíveis interlocuções entre os saberes tradicionais populares negros de “benzedeiras” e os processos educativos realizados na Educação de Jovens e Adultos (EJA). O problema central proposto busca compreender se os saberes tradicionais de 3 (três) mulheres benzedeiras quilombolas dialogam com os processos educativos da EJA. A pesquisa foi realizada com membros da Irmandade Nossa Senhora do Rosário, pertencente ao Quilombo de Nossa Senhora do Rosário de Justinópolis, Ribeirão das Neves, em Minas Gerais. Como procedimento metodológico de pesquisa adotado, além do levantamento bibliográfico, realizaram-se entrevistas semiestruturadas, a observação participante e a produção de uma cartilha como parte do recurso educacional. O estudo dialoga com a produção do campo de conhecimento da educação popular a partir da sua especificidade entendida por nós como: Educação Popular Negra, bem como a Educação das Relações Étnico-Raciais (ERER) em interface com a EJA. Com os resultados alcançados, constatamos a necessidade dessa modalidade de ensino integrar de fato outras possibilidades de saberes que são produzidos nas comunidades locais e do entorno. Afinal, os saberes tradicionais têm se afirmado como uma profícua experiência comunitária. Espera-se, portanto, que os resultados aqui obtidos possam, de alguma maneira, contribuir com a realização de outras e novas práticas educativas realizadas na EJA que levem em consideração os saberes das benzedeiras e quilombolas, conforme preconizado na perspectiva da Educação das Relações Étnico-Raciais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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