O discurso, a vivência, a prática de sindicalistas metalúrgicos da CUT face às novas tecnologias organizacionais

dc.creatorRenata de Magalhaes Gaspar
dc.date.accessioned2019-08-11T22:25:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:53Z
dc.date.available2019-08-11T22:25:03Z
dc.date.issued1998-02-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9BGGVT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração
dc.subjectSindicalismo Brasil
dc.subject.otherAdministração
dc.titleO discurso, a vivência, a prática de sindicalistas metalúrgicos da CUT face às novas tecnologias organizacionais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Michel Marie Le Ven
local.contributor.advisor1Marlene Catarina de O Lopes Melo
local.description.resumoO novo ciclo do sindicalismo brasileiro, mais conhecido como novo sindicalismo, foi marcado, a partir do final da década de 70, pela valorização do papel político dos sindicatos e questionamento das práticas assistencialistas prevalecentes. O fortalecimento da presença do movimento sindical no cenário político significou avanços para o sindicalismo brasileiro na década de 80. Os anos noventa, no entanto, apresentamse como um período de significativas transformações produtivas, portadoras de condições nada favoráveis para a representação dos trabalhadores. Neste contexto, o estudo teve como objetivo apreender a construção da resposta sindical face às NovasTecnologias Organizacionais (NTOs). O trabalho foi dividido em dois momentos, sendo que o primeiro constitiu-se na análise da visão/percepção de um grupo de sindicalistas metalúrgicos pertencentes a sindicatos localizados nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do país. No segundo momento apresentamos um estudono Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A partir da análise dos dados, reconhecemos que predomina, no grupo de sindicalistas pesquisado, uma visão favorável às NTOs, porém desfavorável à forma como vêm sendo implantadas e às suas conseqüências negativas. Quanto ao posicionamento prevalece uma resistência ativa, marcada pela busca de alternativas que minimizem os impactos negativos das NTOs. No entanto, as ações em nível das organizações e sociedade, bem como as conquistas, ainda são limitadas. O sindicato dos metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim das Bicas apresenta uma visão fatalista das NTOs e uma resistência ativa, sem contudo deixar de identificar-se com as estratégias de confronto. Face ao espaço limitado de inserção do sindicato no âmbito das NTOs, não se pode observar conquistas coletivas significativas. Nos dois momentos da pesquisa, constatamos um reconhecimento da necessidade de reavaliar a estrutura interna do sindicato
local.publisher.initialsUFMG

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