Marcas de intimidade sobre o corpo ou monitoramento do corpo através da computação vestível?

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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Intimacy marks on the body or monitoring the body through wearable computing?

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Resumo

Podem os dispositivos vestíveis de monitoramento dos corpos agenciar dados de intimidade? Acreditamos que os dados sobre o corpo, capturados através da computação vestível, e associados a outras formas de produção de memórias, como smartphones, redes sociais, entre outros são uma nova forma de expressão, extensão e construção de subjetividades de indivíduos. Nossa hipótese é que tais registros podem tanto funcionar como uma forma de monitoramento e vigilância quanto produzirem poéticas da memória que subvertem as nossas percepções sobre o corpo, ou sobre os corpos. Para investigar essa questão trabalhamos com a ideia de que os objetos técnicos vestíveis são capazes de criar diários íntimos que nos fariam questionar o modo como os algoritmos extraem informações sobre o corpo humano, como registram, armazenam e nos apresentam estes dados. Ancorados nos conceitos e ações relacionadas a autovigilância, construção de lifelogs, rastros digitais e táticas contra vigilância buscamos verificar como os metadados, usados de maneira disruptiva no compartilhamento de marcas da intimidade, podem subverter a noção de um corpo eficiente e auto-controlado.

Abstract

Can wearable body monitoring devices manage intimacy data? We believe that the data about the body, captured through wearable computing, and associated with other forms of memory production, such as smartphones, social networks, among others, are a new form of expression, extension and construction of the subjectivities of individuals. Our hypothesis is that such records can both function as a form of monitoring and surveillance and produce poetic memory that subverts our perceptions about the body, or about the bodies. To investigate this question we worked with the idea that wearable technical objects are capable of creating intimate diaries that would make us question the way algorithms extract information about the human body, how they record, store and present this data to us. Anchored in the concepts and actions related to self-surveillance, lifelog building, digital traces and counter-surveillance tactics we seek to verify how metadata, used in a disruptive way in the sharing of intimacy marks, can subvert the notion of an efficient and self-controlled body.

Assunto

Moda - Aspectos sociais, Memória na arte, Moda e arte, Arte e filosofia

Palavras-chave

Computação vestível, Astros digitais, Vigilância, Metadados

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