Uma concepção de livro em "Rayuela": disseminação crítica & ficcional no discurso literário de Julio Cortázar

dc.creatorDavidson de Oliveira Diniz
dc.date.accessioned2019-08-14T19:48:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:47:09Z
dc.date.available2019-08-14T19:48:57Z
dc.date.issued2009-05-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7S8HF7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLivros
dc.subjectLiteratura latino-americana História e crítica
dc.subjectAnálise do discurso literário
dc.subjectCrítica textual
dc.subjectFicção argentina
dc.subjectCortázar, Julio, 1914-1984 Rayuela Crítica e interpretação
dc.subject.otherliteratura argentina
dc.subject.otherJúlio Cortazar
dc.subject.otherRayuela
dc.titleUma concepção de livro em "Rayuela": disseminação crítica & ficcional no discurso literário de Julio Cortázar
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Graciela Ines Ravetti de Gomez
local.contributor.referee1Luis Alberto Ferreira Brandao Santos
local.contributor.referee1Marcos Piason Natali
local.description.resumoEsta dissertação discute uma concepção de livro em 'Rayuela' (1963), romance do escritor argentino Julio Cortázar (1914- 1984). Investiga-se o discurso literário cortazariano a partir da leitura de ensaios e resenhas desse escritor, textos nos quais aparece, de maneira incipiente, uma poética do romance, a qual, posteriormente, vem a ser sobrescrita na espessura da criação ficcional rayueliana. De tudo isso, revelou-se um fluxo escritural que, ao fazer-se, se dispersa crítica & ficcionalmente propondo um espectro epistemológico em torno ao pensamento literário cortazariano, oferecendo, assim, uma textualidade capaz de compartilhar a obra através de um processo em que se entrecruzam escrita e leitura. Ao fim da articulação teórica, ressalta-se, nesse sentido, uma concepção de livro que oscila entre uma noção de totalidade literária e a dispersão sem reunião possível do saber literário pretendido, também, no campo ficcional. A proposição que regeu tudo isso, apresenta-se, por fim, com a tentativa de demonstrar como o livro, ali, é pensado todo ele de maneira a justificar tais características presentes nesse discurso literário, e não somente figurando, nele, um objeto desvinculado da criação ficcional. O livro, como veremos, é uma 'expansão da letra'.
local.publisher.initialsUFMG

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