"No meio do tudo e do nada", a ressignificação da escola a partir do olhar de jovens camponeses

dc.creatorPatrícia Fernanda de Araújo
dc.date.accessioned2022-08-31T12:34:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:55Z
dc.date.available2022-08-31T12:34:58Z
dc.date.issued2020-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44760
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação rural
dc.subjectEducação do campo - Finalidades e objetivos
dc.subjectEducação - Finalidades e objetivos
dc.subjectJuventude rural - Motivação na educação
dc.subjectEscolas rurais
dc.subjectGovernador Valadares (MG) - Educação rural
dc.subject.otherCondição juvenil
dc.subject.otherJovens do campo
dc.subject.otherSentidos
dc.subject.otherEscola
dc.title"No meio do tudo e do nada", a ressignificação da escola a partir do olhar de jovens camponeses
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Amália de Almeida Cunha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9453598248730847
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8574136069582761
local.description.resumoEsta pesquisa buscou entender os sentidos da escola para jovens do campo. Os principais sujeitos são jovens moradores de comunidades rurais dos municípios mineiros Governador Valadares e São Geraldo da Piedade. O objetivo do estudo foi compreender os sentidos atribuídos à escola por jovens secundaristas do ensino regular. O presente trabalho situa-se na intersecção entre Educação, Sociologia da Juventude e Sociologia das Desigualdades Sociais e Territoriais. Foi imperativo conhecer os sujeitos, os contextos sociais onde estavam inseridos e outros aspectos de suas vidas, como projetos futuros, expectativas, motivações, relações com o saber e suas articulações às práticas educacionais cotidianas. Optei, metodologicamente, pela abordagem de investigação qualitativa e pelos grupos de discussão como principal técnica para produzir os dados. Por meio dos depoimentos de cinco jovens estudantes do ensino médio, identifiquei e compreendi alguns indícios sobre os sentidos que eles atribuíam à escola: espaço de diálogo e socialização, lugar de projetos futuros e condição para “ser alguém na vida”. Nos grupos, os educandos narraram parte da sua história, compartilharam relatos sobre seus contextos familiares e relataram experiências associadas às condições juvenis vividas em comunidades rurais. Durante as discussões, também entraram em cena perspectivas e expectativas quanto ao desejo de mudança social e seus projetos de futuros. Concluí que pensar as juventudes do campo e suas relações com a escola requer o exercício de pensá-las no plural, de realçar suas diferenças e singularidades, além de compreender o território campesino como espaço onde os jovens constroem identidades, sentidos e significados.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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