Saúde e segurança no trabalho: diferenças de gênero, tipo de emprego e classes ocupacionais. Pesquisa Nacional de Saúde, 2019

dc.creatorLuciana de Melo Gomides
dc.date.accessioned2024-04-30T14:36:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:56:10Z
dc.date.available2024-04-30T14:36:46Z
dc.date.issued2024-02-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/67965
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectSaúde Ocupacional
dc.subjectAcidentes de Trabalho
dc.subjectDiagnóstico da Situação de Saúde
dc.subjectEquidade de Gênero
dc.subjectInquéritos Epidemiológicos
dc.subject.otherSaúde e segurança no trabalho
dc.subject.otherAcidentes de trabalho
dc.subject.otherAutoavaliação de saúde
dc.subject.otherGênero
dc.subject.otherClasses ocupacionais
dc.subject.otherPesquisa Nacional de Saúde
dc.titleSaúde e segurança no trabalho: diferenças de gênero, tipo de emprego e classes ocupacionais. Pesquisa Nacional de Saúde, 2019
dc.title.alternativeOccupational health and safety: gender , employment status, and occupational classes. National Health Survey, 2019.
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Mery Natali Silva Abreu
local.contributor.advisor1Ada Ávila Assunção
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5431600781223257
local.contributor.referee1Marcelo José Monteiro Ferreira
local.contributor.referee1Álvaro Vigo
local.contributor.referee1Verônica Maria Cadena Lima
local.contributor.referee1Marcel de Toledo Vieira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7741713563460141
local.description.embargo2026-09-27
local.description.resumoIntrodução: Acidentes de trabalho (AT) representam um indicador empregado na avaliação da saúde ocupacional, sendo responsáveis por uma parcela significativa da carga de lesões na sociedade. Apesar de sua relevância epidemiológica no Brasil, estudos de abrangência nacional comparando diferentes grupos ocupacionais são escassos. Objetivo: Estudar a prevalência e as chances de acidentes de trabalho e autoavaliação de saúde (AAS) de acordo com as classes ocupacionais e o tipo de emprego em uma amostra de trabalhadores no Brasil. Metodologia: Foram realizados dois estudos transversais com dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019. Análises descritivas e a razão de chances (RC) obtida pela análise de regressão logística foram empregadas para estudar os diferentes grupos ocupacionais. O teste qui-quadrado de Pearson foi utilizado para identificar a existência de diferenças significativas entre os grupos (p < 0,05). Probabilidades dos desfechos analisados foram estimadas para homens e mulheres, considerando diferentes perfis de exposição. Todas as análises foram ponderadas e estratificadas por sexo, com intervalo de confiança de 95%. Artigo 01: AT foi o desfecho analisado. As chances de AT foram obtidas para diferentes classes ocupacionais (gerente e profissionais com ensino superior, técnicos, não manuais de rotina, manuais qualificados, rurais, manuais não qualificados) com ajuste para características sociodemográficas e ocupacionais. Artigo 02: O desfecho avaliado foi AAS. As variáveis de interesse foram jornada de trabalho regular (40 a 44 horas por semana) e prolongada (superior a 44 horas por semana), assim como o tipo de emprego, formal ou informal. Associações entre o desfecho e as variáveis de interesse foram analisadas por modelos de regressão logística com ajuste para características sociodemográficas, ocupacionais e comportamentos de saúde. Resultados: Artigo 01: Entre os participantes, 2,68% relataram ter sofrido AT, sendo mais alta a prevalência em homens (3,37%; IC95% 2,97–3,82%), se comparados às mulheres (1,86%; IC95% 1,55–2,23%). Faixa etária, trabalho noturno, jornada de trabalho e exposição a riscos laborais foram associados a AT, com destaque para as diferenças de gênero. A classe de trabalhadores manuais, tanto qualificados (RCmulher = 2,87; IC95% 1,33–6,21 e RChomens = 2,46; IC95% 1,37–7,04) quanto não qualificados (RCmulher = 2,55; IC95% 1,44–4,50 e RChomens = 3,70; IC95% 1,95–7,03), apresentaram maior chance de AT em comparação à classe de gerentes/profissionais com ensino superior. Artigo 2: Trabalhadores com emprego informal (RCmulher = 1,53; 95% IC: 1,13–2,07 e RChomem = 1,55; 95% IC: 1,22–1,96) e jornadas prolongadas (RCmulher = 1,23; 95% IC: 1,06–1,43 e RCmulher= 1,14; 95% IC: 1,00-1,30) foram independentemente associados com AAS negativo. Interações significativas entre jornadas prolongadas e emprego informal foram observadas. As mulheres que exerciam jornadas prolongadas apresentaram maior probabilidade de relatar AAS negativo em comparação aos homens com o mesmo perfil de exposição. Considerações finais: Por meio desta pesquisa, espera-se que os resultados descritos sejam pistas úteis para a formulação de políticas de saúde e modificações nos ambientes laborais, a fim de torná-los mais seguros, saudáveis e equitativos para toda a sociedade.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4313-9518
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Pública

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
LMG_2024_versaofinal270424.pdf
Tamanho:
982 B
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: