Síndrome fragilidade e rede social de adultos mais velhos brasileiros: evidências do Estudo Longitudinal da Saúde de Idosos Brasileiros (ELSI-BRASIL)
| dc.creator | Karla Geovani Silva Marcelino | |
| dc.date.accessioned | 2022-10-27T15:06:00Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:50:27Z | |
| dc.date.available | 2022-10-27T15:06:00Z | |
| dc.date.issued | 2022-02-10 | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/46691 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Restrito | |
| dc.subject | Rede Social | |
| dc.subject | Apoio Social | |
| dc.subject | Solidão | |
| dc.subject | Fragilidade | |
| dc.subject | Envelhecimento | |
| dc.subject | Política Pública | |
| dc.subject.other | Rede social | |
| dc.subject.other | Apoio social | |
| dc.subject.other | Solidão | |
| dc.subject.other | Fragilidade | |
| dc.subject.other | Envelhecimento | |
| dc.subject.other | Políticas públicas | |
| dc.title | Síndrome fragilidade e rede social de adultos mais velhos brasileiros: evidências do Estudo Longitudinal da Saúde de Idosos Brasileiros (ELSI-BRASIL) | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Luciana de Souza Braga | |
| local.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7321132278892199 | |
| local.contributor.advisor1 | Juliana Lustosa Torres | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/9293693561021426 | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1528422164407194 | |
| local.description.embargo | 2024-02-10 | |
| local.description.resumo | Introdução: o Brasil tem vivenciado o processo do envelhecimento de forma acelerada, em meio a múltiplas desigualdades sociais, impactando em piores condições de saúde e aumento da prevalência de síndromes geriátricos. A fragilidade é uma das síndromes geriátricas com impacto negativo na independência dos indivíduos, e a ausência de apoio familiar e uma rede social escassa são fatores de risco para fragilidade. Objetivo: investigar os elementos da rede social associados à fragilidade em uma amostra representativa de adultos mais velhos brasileiros com 50 anos e mais. Metodologia: estudo transversal com dados da linha de base do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), realizada em 2015-2016 em uma amostra de base populacional nacional. A fragilidade foi definida pelo fenótipo de Fried, que incluiu perda de peso, exaustão, fraqueza, lentidão da marcha e baixo nível de atividade física. A rede social foi caracterizada a partir do Modelo Conceitual do Impacto das Redes Sociais na Saúde, proposto por Berkman e Krishna, composto por característica e estrutura da rede social, apoio social, interação social negativa e acesso a recursos e bens materiais. A análise estatística foi baseada em modelos de regressão logística multinomial para estimar odds ratios (OR) e seus respectivos intervalos de confiança (IC) de 95%. A análise multivariada foi realizada separadamente por blocos de variáveis da rede social, ajustados por todas potenciais variáveis de confusão. Resultados: Dentre os 9.412 participantes da linha de base, 8.629 tinham informações completas sobre a fragilidade e foram incluídos neste trabalho: 53,5% eram pré-frágeis e 9,1% frágeis. Quanto a característica de rede social, frequência não semanal de contato virtual com filhos(as) associou-se positivamente com a pré-fragilidade (OR=1,15 IC 95% 1,01-1,33) e com a fragilidade (OR=1,51 IC95% 1,13-2,02) e a frequência não semanal de contato virtual com parentes (OR=1,18 IC95% 1,05-1,34) apenas com a pré-fragilidade. Ainda, não ter parentes ou amigos associou-se à pré-fragilidade, enquanto que não ter parentes ou filhos associou-se à fragilidade. Associação negativa foi encontrada entre pré/fragilidade e apoio social em relação à disponibilidade de ajuda com a casa (OR=0,66; IC95% 0,46-0,94 para pré-fragilidade) e à disponibilidade de ajuda com empréstimos (OR=0,75; IC95% 0,60-0,94 para pré-fragilidade e OR=0,54; IC95% 0,40-0,74 para fragilidade). Relativo à interação social negativa, a solidão associou-se positivamente à pré-fragilidade (OR=1,36; IC95% 1,19-1,56) e fragilidade (OR=1,40; IC95% 1,12-1,75) e percepção de críticas somente à fragilidade (OR=1,35; IC95% 1,11-1,64). Conclusões avaliar a qualidade da rede social e disponibilidade de cuidado aos adultos mais velhos pré/frágeis precisa ser uma direcionalidade política. Ações políticas que visem à implementação de serviços tais como repúblicas, centros-dia, cuidadores de idosos públicos, centros e grupos de convivência são formas de ampliar a rede social de adultos mais velhos com impactos positivos sobre a saúde através do apoio social. A intervenção do Estado na diretiva de estratégias de prevenção da fragilidade, identificação precoce e implantação de uma política de cuidados de longa duração que apoie a pessoa idosa e sua família gerará impacto na saúde da população promovendo envelhecimento digno e saudável | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-0938-6574 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública |