Monitoramento do Dengue virus circulante em larvas e mosquitos adultos de Aedes aegypti

dc.creatorAna Paula Pessoa Vilela
dc.date.accessioned2019-08-14T07:57:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:50:08Z
dc.date.available2019-08-14T07:57:31Z
dc.date.issued2007-12-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9EFHN9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectDengue Epidemiologia
dc.subjectAedes Aegypti Controle
dc.subjectVírus da dengue
dc.subject.otherMétodo de monitoramento
dc.subject.otherDengue virus
dc.subject.otherEpidemiologia
dc.subject.otherAedes
dc.titleMonitoramento do Dengue virus circulante em larvas e mosquitos adultos de Aedes aegypti
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Alvaro Eduardo Eiras
local.contributor.advisor1Erna Geessien Kroon
local.description.resumoO Dengue virus é o agente etiológico da dengue, a arbovirose mais prevalente no mundo, sendo, anualmente, notificados cerca de 50 milhões de casos. Os mosquitos vetores da dengue pertencem ao gênero Aedes, sendo a espécie Aedes aegypti, o principal vetor. Este trabalho busca o aprimoramento de técnicas de detecção do genoma de Dengue virus em larvas e mosquitos adultos a fim de otimizar os métodos de predição de epidemias que utilizam armadilhas para captura do vetor. Neste trabalho, a presença do genoma viral em mosquitos e larvas foi analisada por RT-PCR. As larvas e mosquitos adultos processados pertencem a um bairro da regional Noroeste de Belo Horizonte, MG, que apresenta os maiores índices de prevalência de dengue nos últimos anos, em Belo Horizonte (36% do total de casos notificados até 2006). Para a captura de ovos e mosquitos adultos foram utilizados quatro métodos de amostragem: Ovitrampa, BG-Trap®R, MosquiTRAPR e Aspirador de NasciR. Dos insetos coletados, 661 fêmeas, 372 machos e 28808 larvas foram macerados e submetidos à extração de RNA. A presença do genoma viral foi detectada por RT-PCR em 13,2% dos pools de larvas de Ae. Aegypti, em 16,6% dos pools de machos da BG-Trap® e em 20% dos pools de machos do Aspirador de Nasci. Para os pools de fêmeas analisados, foi encontrada a presença do genoma viral numa percentagem de 14,3% para a BG-Trap® e 16,6% para a MosquiTRAP. As técnicas moleculares utilizadas se mostraram eficientes, sendo a presença do genoma viral detectada em até 0,1 PFU. As armadilhas se mostraram eficientes na captura do vetor, sendo a MosquiTRAPR mais eficiente em coletas de fêmeas grávidas, capazes de transmitir o vírus. A metodologia é eficiente e pode ser empregada em programas de monitoramento para controle e prevenção da doença.
local.publisher.initialsUFMG

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