O estado proprio de todo ser vivo: a liberdade em Helena Antipoff
| dc.creator | Luciana Santoro Campanario | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T01:53:10Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:20:59Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T01:53:10Z | |
| dc.date.issued | 1999-12-17 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/VCSA-6XHQM8 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Psicologia social | |
| dc.subject | Antipoff, Helena, 1892-1974 | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject.other | Psicologia social | |
| dc.subject.other | Helena Antipoff | |
| dc.subject.other | Educação brasileira | |
| dc.title | O estado proprio de todo ser vivo: a liberdade em Helena Antipoff | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Regina Helena de Freitas Campos | |
| local.contributor.referee1 | Luis Flavio Silva Couto | |
| local.contributor.referee1 | Miguel Mahfoud | |
| local.description.resumo | A presente dissertação estuda a liberdade humana na obra da psicóloga e educadora russo-brasileira Helena Antipoff, uma das matrizes fundantes da psicologia e da educação brasileira. O conceito de liberdade em Helena Antipoff, estudado através da técnica qualitativa de análise de conteúdo dos documentos originais da autora, revelou-se, em uma leitura internalista historiográfica condensador de vários debates historiográficos externalistas sobre a relação indivíduo/sociedade na psicologia. Os resultados, baseados em fontes primárias da autora estudada apontam: qual importância este conceito possuia para a autora estudada - vital: seu significado - método, ambiente, característica educacional, regime político, atividade, etc.: suas implicações no desenvolvimento da personalidade humana e na evolução da humanidade - liberdade como condição propiciatória da expressão e desenvolvimento da personalidade humana e fator de harmonia social; a conexão deste conceito com algumas de suas matrizes de influência européia, como Rousseau e Claparède - os dados revelaram forte conexão e debate com estas matrizes de pensamento, principalmente no que se refere à natureza inata do ser humano e seu papel na formação da sociedade democrática, e também quanto à função dos mestres, entre outras. Concluímos que a liberdade é a natureza particular de cada um ao mesmo tempo em que coletiva da humanidade, o que garante um vínculo comum entre a unicidade dos seres e a possibilidade de reconhecimento e respeito pela alteridade. Também concluímos que, ao estudarmos o particular e singular, alcançamos o universal, tanto da personalidade humana quanto da história da psicologia. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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