Os juristas nas Teorias do mais-valor de Karl Marx: produtividade e desenvolvimento capitalista diante da concepção marxiana de socialismo

dc.creatorVitor Bartoletti Sartori
dc.date.accessioned2022-04-11T12:18:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:51:04Z
dc.date.available2022-04-11T12:18:33Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractWe intend to show, with resource to what J. Chasin called immanent analysis, the way in which Karl Marx, in his Theories of surplus value, analyzed the productive work having the development of the bourgeoisie in account as long as intermediary social categories emerge between proletariat and the bourgeoisie. First, with Smith and a critique of feudal sociability, there was certain attachment to work and to the critique the unproductiveness of the work of merchants, lawyers, public contracts, among others. But then the bourgeois class adopted the same stance which it had criticized in the nobility. And so its worldview develops in a apologetical way. The jurists, previously viewed with suspicion, are seen in an uncritical way. The process in which that occurs is that of a senile capitalism, with possibilities brought.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.36638/1981-061X.2020.v26.485
dc.identifier.issn1981-061X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40963
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofVerinotio
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMarx, Karl, 1818-1883
dc.subjectDireito
dc.subjectTrabalho
dc.subjectSocialismo
dc.subject.otherMarx
dc.subject.otherTeorias do mais-valor
dc.subject.otherDireito
dc.subject.otherTrabalho produtivo
dc.subject.otherJuristas
dc.titleOs juristas nas Teorias do mais-valor de Karl Marx: produtividade e desenvolvimento capitalista diante da concepção marxiana de socialismo
dc.title.alternativeThe jurists and in Karl Marx´s Theories of surplus value: productivity and capitalist development and the Marxian concept of socialism
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage352
local.citation.issue1
local.citation.spage330
local.citation.volume26
local.description.resumoPretendemos mostrar, a partir daquilo que J. Chasin chamou de análise imanente, o modo pelo qual Karl Marx, em seu Teorias do mais-valor, analisou o trabalho produtivo ao ter em conta o desenvolvimento da burguesia e o surgimento de camadas intermediárias entre o proletariado, a burguesia e o processo imediato de produção. Em um primeiro momento, com Smith e a crítica diante da sociabilidade feudal, haveria um elogio do trabalho produtivo e uma crítica à improdutividade do trabalho de comerciantes, juristas, funcionários públicos, entre outros. Depois, porém, a classe burguesa teria adotado a mesma postura que criticara na nobreza. E, assim, desenvolve-se uma concepção apologética no que toca ao sentido da categoria trabalho produtivo. Os juristas, antes olhados com desconfiança, vêm a ser vistos de modo acrítico em um processo em que, ao mesmo tempo, tem-se um capitalismo senil e possibilidades abertas à superação deste.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0001-9570-9968
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.verinotio.org/sistema/index.php/verinotio/article/view/485

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