Patrimônio cultural minerário: reconhecimento e valorização

dc.creatorAnielle Kelly Vilela Freitas
dc.creatorLeonardo Barci Castriota
dc.creatorThaís Eugênia Lobo e Silva
dc.date.accessioned2023-05-30T20:32:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:00Z
dc.date.available2023-05-30T20:32:58Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9788557220386
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54208
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSimpósio Científico do ICOMOS Brasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPatrimônio cultural
dc.subjectMinas e mineração
dc.subjectQuadrilátero Ferrífero (MG)
dc.subjectPaisagem cultural
dc.subject.otherPatrimônio industrial
dc.subject.otherPatrimônio minerário
dc.subject.otherQuadrilátero ferrífero
dc.subject.otherPaisagem cultural
dc.titlePatrimônio cultural minerário: reconhecimento e valorização
dc.title.alternativeMining cultural heritage: recognition and appreciation
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue3
local.description.resumoO reconhecimento e valorização do patrimônio cultural industrial, e consequentemente do patrimônio cultural minerário, são práticas contemporâneas, fruto da ampliação daquilo que se considera patrimônio cultural para a sociedade, que se dá por meio da expansão tipológica e cronológica do termo patrimônio, de acordo com Françoise Choay. Tal condição, segunda a autora, só ocorre após a década de 1960, a partir da inclusão das ditas “artes menores” ao campo da preservação e valorização, bem como da superação da “instransponível barreira da era industrial”, tornando o passado cada vez mais próximo do presente, fazendo com que os produtos técnicos da indústria ganhem o mesmo status, direito e privilégio de serem preservados como as antigas obras de arte, arquitetônicas e outras produções artesanais do homem. No Brasil, a atuação dos órgãos de preservação nem sempre focou a questão industrial como ponto chave para a definição de suas políticas de preservação, até anos mais recentes, quando a Lei 11.483/2007 extinguiu a Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) e transferiu ao IPHAN a responsabilidade para administrar seus bens de valor artístico, histórico e cultural. Devido a esta lacuna na preservação dos bens relacionados a mineração, atividade crucial para a história do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, tanto antiga quanto contemporânea, este artigo buscou mapear dentro das listas de patrimônio: mundial (UNESCO), nacional (IPHAN), estadual (IEPHA) e municipais (IPACMG); a relação desses bens, para que se pudesse criar uma cronologia do reconhecimento e valorização desses que são relacionados à mineração, tanto direta quanto indiretamente. Ainda o artigo buscou compreender o contexto de reconhecimento destes bens e quais são, e se há, políticas públicas voltadas a sua preservação direta.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9159-1787
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE ANÁLISE CRÍTICA E HISTÓRICA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/iiisimposioicomosbrasil/148327-patrimonio-cultural-minerario--reconhecimento-e-valorizacao/

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