Sentidos do uso da força no sistema prisional : os agentes do GOT- Grupo de Operações Táticas do COPE

dc.creatorDejesus de Souza Silva
dc.date.accessioned2023-10-25T20:26:35Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:04Z
dc.date.available2023-10-25T20:26:35Z
dc.date.issued2020-09-10
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60052
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectSociologia - Teses
dc.subjectAgentes penitenciários - Tesew
dc.subject.otherAgentes penitenciários
dc.subject.otherUso da força
dc.subject.otherCOPE
dc.subject.otherPolicialização militarizada
dc.subject.otherAgentes especiais
dc.titleSentidos do uso da força no sistema prisional : os agentes do GOT- Grupo de Operações Táticas do COPE
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro
local.contributor.advisor1Lattesttp://lattes.cnpq.br/3513195789991271
local.contributor.referee1Victor Neiva e Oliveira
local.contributor.referee1Eduardo Cerqueira Batitucci
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0711319193908161
local.description.resumoEsta dissertação tem como objetivo principal analisar como os agentes do Comando de Operações Especiais - COPE percebem o uso da força nas operações de combate a motins e rebeliões no sistema prisional de Minas Gerais. Para tanto, realizamos uma pesquisa de campo qualitativa na Base do COPE em Belo Horizonte - MG, entre agosto e novembro de 2019. Foram realizadas 22 entrevistas em profundidade, todas gravadas, com os/as agentes que atuam no trabalho repressivo nos conflitos prisionais. Esses dados foram analisados no programa qualitativo atlas.ti. Os resultados demonstraram que os agentes do COPE se percebem como o grupo de choque do sistema prisional mineiro, ancorado, sobretudo, no uso da força como principal instrumento de trabalho. Na percepção deles, essa condição os tornam diferentes dos demais agentes, mesmo que em muitas operações o uso pungente da força não seja empregado. Esse apelo do COPE ao uso da força tem forte identificação com o militarismo ou com a “doutrina” de intervenção prisional, característica identificada em todos os grupos de choque do sistema prisional brasileiro analisados. O Pará, único estado cujo grupo de choque prisional ainda está em processo de formação, segue a tendência nacional de policialização militarizada do sistema prisional.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Sociologia

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