A presença do acompanhante na Unidade de Internação Cirúrgica do Hospital das Clinicas da UFMG sob a percepção da enfermagem

dc.creatorFabiana Eulalia de Andrade
dc.date.accessioned2019-08-09T21:46:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:03:27Z
dc.date.available2019-08-09T21:46:28Z
dc.date.issued2013-07-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9FSGX9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem  Aspectos sociais
dc.subjectCuidados com os doentes
dc.subjectHospitais  Administração
dc.subjectServiços de saúde
dc.subjectHospitais universitários
dc.subject.otherRelações
dc.subject.otherEnfermagem
dc.subject.otherAcompanhante
dc.titleA presença do acompanhante na Unidade de Internação Cirúrgica do Hospital das Clinicas da UFMG sob a percepção da enfermagem
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Marilia Alves
local.contributor.referee1Adriane Mesquita de Medeiros
local.description.resumoO estudo teve como objetivo identificar junto à equipe de enfermagem da clínica cirúrgica do HC-UFMG sua percepção sobre as relações estabelecidas com os acompanhantes durante a hospitalização de seu familiar, como subsídios para elaboração de uma proposta de intervenção na clinica. Foram realizadas entrevistas com os profissionais da enfermagem sobre sua percepção em relação à presença do acompanhante na unidade por meio de entrevistas e os resultados submetidos á analise qualitativa. O trabalho foi realizado utilizando o referencial teórico de autores com publicações da década de 70, 80 e 90, tendo em vista que a situação dos acompanhantes vem sendo discutida desde então, mas pouco foi feito para inseri-lo no processo de cuidado do paciente, além da escassez de literatura recente sobre o tema. A partir da implantação do Estatuto do Idoso em 2003 e a Política Nacional de Humanização do SUS em 2004 é que as instituições começaram a permitir a permanência dos acompanhantes, porém nenhuma estrutura foi oferecida para acolher esse novo personagem, ocasionando relações conflituosas entre a equipe de enfermagem e os acompanhantes. A partir da ampliação das permissões para acompanhar intensificou as dificuldades de estabelecer uma parceria. Os resultados mostraram que a enfermagem apesar de admitir a importância do acompanhante no processo de tratamento do doente, muitas vezes o vê como um fiscal de suas atividades, um invasor de seu espaço, um personagem que devido às condições nas quais está inserido dificulta a realização de suas atividades. A permanência de acompanhantes tem exigido mudanças nas práticas de enfermagem introduzindo o familiar como sujeito participante do cuidado que necessita de orientações e adequação das normas do hospital, o que constitui um novo desafio. Através da análise das entrevistas pode-se concluir que a falta de informação dos acompanhantes e a falta de estrutura são os dois maiores problemas que compromete a relação, mas é passível de soluções de fácil implementação, no próprio local de trabalho. Fazer com que a informação chegue de maneira correta em tempo hábil e a criação de um espaço para acompanhantes contribui para uma melhoria na relação enfermagem-acompanhante. É necessária mudanças no paradigma do cuidado, tornando a relação embasada no respeito mútuo, no diálogo, no acolhimento. Assim, será possível integração do familiar no cuidado com os profissionais de enfermagem e com isso obtêm-se como retorno um ganho efetivo e emocional do paciente.
local.publisher.initialsUFMG

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