Estudo do aquífero carbonático da cidade de Barroso (MG) - Uma contribuição à gestão do manancial subterrâneo

dc.creatorFrederico Soares Dias
dc.date.accessioned2019-08-11T12:38:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:12Z
dc.date.available2019-08-11T12:38:27Z
dc.date.issued2009-08-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7YKKJW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAquíferos
dc.subjectRecursos hídricos Desenvolvimento
dc.subjectÁguas subterrâneas
dc.subjectGestão ambiental
dc.subject.othergeologia
dc.titleEstudo do aquífero carbonático da cidade de Barroso (MG) - Uma contribuição à gestão do manancial subterrâneo
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Leila Nunes Menegasse Velasquez
local.contributor.referee1Maria Giovana Parizzi
local.contributor.referee1Ricardo Diniz da Costa
local.contributor.referee1Uriel Duarte
local.contributor.referee1Marcelo Ribeiro Barison
local.description.resumoA cidade de Barroso, localizada na porção sul do Estado de Minas Gerais, posiciona-se no extremo oriental da área de ocorrência das rochas carbonáticas do Grupo São João Del Rei. Esta região foi intensamente afetada por esforços tectônicos recentes, do final do Mesozóico até o Quaternário, que tiveram fundamental importância no modelamento do relevo e na definição dos fluxos hídricos superficial e subterrâneo. O fluxo da água subterrânea foi afetado pelos efeitos de três campos de tensão sucessivos, que influíram no nível de base, alteraram áreas descarga e recarga e geraram ou reativaram estruturas geológicas condutoras de água. O primeiro destes campos de tensão teve ó1 na direção ESE-WNW; o segundo teve ó1 na direção NE-SW e o terceiro teve novamente ó1 na direção ESE-WNW. O aqüífero carbonático afetado por estes esforços abastece parcialmente a localidade e tem características bastante heterogêneas, sendo dividido em três blocos. Há dois blocos cársticos, denominados Bloco Norte e Bloco Jardim Bandeirantes, com características hidrodinâmicas que lhe atribuem uma grande capacidade de fornecimento de água. Os poços neles instalados apresentam capacidades específicas médias de 137,83 m3/h/m para o Bloco Norte e 19,24 m3/h/m para o Bloco Jardim Bandeirantes, entretanto, neste último há histórico de colapso na cobertura do carste e apresenta características físicas que desaconselham a sua exploração, pelo risco de abatimentos na superfície. O Bloco Central (o maior entre os três blocos), com características de aqüífero fissural, pode ser usado para fornecimento de água, entretanto em menor quantidade. Os poços nele instalados têm, em média, uma capacidade específica de 0,97 m3/h/m. Quanto a sua qualidade, a água do aqüífero não apresenta, no geral, problemas para sua utilização em abastecimento público.
local.publisher.initialsUFMG

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