Influência de tensoativo na liberação de própolis de cimentos ionoméricos modificados em diferentes períodos de tempo.

dc.creatorSamara Tonholo Medeiros
dc.creatorStéfane Edne Souza
dc.creatorVinícius de Magalhães Barros
dc.creatorRicardo Rodrigues Vaz
dc.creatorVagner Rodrigues Santos
dc.creatorWalison Arthuso Vasconcellos
dc.date.accessioned2023-03-01T19:22:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:39Z
dc.date.available2023-03-01T19:22:14Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractObjective: The objective of this study was to evaluate in vitro the influence of a surfactant on the release of propolis from a modified ionomeric cement at different periods. Methods: Twenty test specimens were made with propolis modified glass ionomer powder. To obtain the modified powder, 20% of green propolis (Propolis Pharmanéctar - Belo Horizonte - MG) was incorporated into the powder of the glass ionomer, and then homogenized. The modified powder and the liquid of the ionomer were used in group A, and in group B, in addition to the modified powder, the liquid was added a surfactant (50% alcohol). As a negative control, specimens were prepared without the presence of propolis, and as a positive control the pure propolis. The release was measured at 1h, 2h, 4h, 24h, 7 days, 15 days and 30 days using a spectrophotometer. Measurements were performed at 300nm length, and the results were submitted to analysis of variance and Tukey’s test (p = 0.05). Results: The results indicated that the release was significantly higher at 24 hours (mean of 166.6μg for group A and 118.9μg for group B) and 7 days (Group A: 134.4μg; Group B: 168μg); when compared to the other periods studied. Conclusion: The release of propolis varied significantly as a function of the release time, with propolis release peaks in the periods of 24 hours and 7 days. The use of a surfactant solution altered the release pattern without altering the final amount of propolis released
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18256/2238-510X.2019.v8i2.3289
dc.identifier.issn2238-510X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50579
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCimentos de Ionômeros de Vidro
dc.subjectFlúor
dc.subjectPrópole
dc.titleInfluência de tensoativo na liberação de própolis de cimentos ionoméricos modificados em diferentes períodos de tempo.
dc.title.alternativeInfluence of surfactant on the release of propolis from ionomeric cements modified in different time periods
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage38
local.citation.issue2
local.citation.spage30
local.citation.volume8
local.description.resumoObjetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar in vitro a influência de um tensoativo na liberação de própolis de um cimento ionomérico modificado, em diferentes períodos de tempo. Métodos: Vinte corpos de prova foram confeccionados com pó de ionômero de vidro modificado por própolis. Para a obtenção do pó modificado, foi incorporado 20% de própolis verde (Propolis Pharmanéctar- Belo Horizonte - MG) ao pó do ionômero de vidro, sendo em seguida homogeinizado. Corpos de prova foram confeccionadoss, sendo que no grupo A foi utilizado o pó modificado e o líquido do ionômero e no grupo B além do pó modificado e o líquido foi adicionado um tensoativo (álcool 50%). Como controle negativo foram confeccionados corpos de prova sem a presença da própolis, e como controle positivo foi empragada a própolis pura. A liberação foi mensurada nos tempos de 1h, 2h,4h, 24h, 7 dias, 15 dias e 30 dias através de um espectrofotômetro. As mensurações foram realizadas no comprimento de 300nm, e os resultados submetidos à análise de variância e teste de Tukey (p=0,05). Resultados: Os resultados apontaram que a liberação foi significativamente maior nos tempos de 24 horas (média de 166,6µg para o grupo A e 118,9µg para grupo B) e 7 dias (Grupo A: 134,4µg; Grupo B: 168µg), quando comparado aos demais períodos estudados. Conclusão: A liberação de própolis variou de forma significativa em função do tempo de liberação, sendo os picos de liberação da própolis nos períodos de 24 horas e 7 dias. O emprego de uma solução tensoativa alterou o padrão de liberação, sem alterar quantidade final de própolis liberada
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4272-7286
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2125-4168
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2633-010X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4666-3796
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5370-4867
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6482-0946
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.initialsUFMG
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