Capacitação da equipe de enfermagem para as boas práticas obstétricas, no hospital de Verdejante - PE

dc.creatorCássia Simone Godim Sales Magalhães
dc.date.accessioned2023-02-28T12:27:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:08Z
dc.date.available2023-02-28T12:27:23Z
dc.date.issued2017-12-12
dc.description.abstractIn labor, the woman needs to be recognized as the protagonist, exercising autonomy over your body. The World Health Organization recommends that assistance to women's health and the child must be humanized, focusing on good practices, through the reduction of unnecessary interventions that target primarily the prevention of child mortality. Nursing professionals who work in labor, should abolish the practices not recommended Considering that in the small Hospital Adelaide Tavares de Sá, the municipality of Verdejante-PE, births are assisted in period by non-specialists still expulsive, even for non-specialists and professionals, often practices are archaic and using improper interventions. For this reason, the objective of empowering the nursing staff that acts directly on obstetric assistance, with the use of good practices. Questioning methodology was used, based on the previous knowledge reported by professionals on the subject, through dynamic, workshops, talks and wheels discussion of case studies, using audio visual resources. It was found that the majority of nursing professionals in small Hospital Adelaide Tavares de Sá, unaware of good practices, however, are interested in acquiring new knowledge to ensure a safe delivery and humanized to the binomial mother/son. In the long term it is expected that there will be an improvement in the quality of obstetric assistance, featuring non-pharmacological mechanisms for pain relief and that best practices are implemented in the hospital routine, working with continuing education of professionals, in order to ensure the woman rights in the process of generating and birth. It is concluded that sensitize and empower, are actions that need to be institutionalized and worked continuously for the long term, there is effective in changing the conduct of professionals.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50487
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCapacitação Profissional
dc.subjectEquipe de Enfermagem
dc.subjectEnfermagem Obstétrica
dc.subjectTrabalho de Parto
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherParto humanizado
dc.subject.otherEnfermagem
dc.subject.otherObstetrícia
dc.titleCapacitação da equipe de enfermagem para as boas práticas obstétricas, no hospital de Verdejante - PE
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Priscyla de Oliveira Nascimento Andrade
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6744510939306672
local.description.resumoNo trabalho de parto, a mulher precisa ser reconhecida como a protagonista, exercendo autonomia sobre o seu corpo. A Organização Mundial de Saúde recomenda que a assistência prestada a saúde da mulher e da criança deve ser humanizada, com foco nas boas práticas, através da redução das intervenções desnecessárias que visam principalmente a prevenção da mortalidade materno infantil. Os profissionais de enfermagem que atuam no trabalho de parto, devem abolir as práticas não recomendadas. Tendo em vista que no Hospital de Pequeno Porte Adelaide Tavares de Sá, do município de Verdejante- PE, os partos são assistidos em período expulsivo ainda por profissionais não especialistas, as práticas muitas vezes são arcaicas e com uso intervenções indevidas. Por esta razão, objetivou-se capacitar a equipe de enfermagem que atua de forma direta na assistência obstétrica, com a utilização das boas práticas. Foi utilizada a metodologia da problematização, tendo como base os conhecimentos prévios relatados pelos profissionais acerca da temática, por meio de dinâmicas, oficinas, rodas de conversas e discussão de estudos de caso, utilizando recursos áudio visuais. Verificou-se que a maioria dos profissionais de enfermagem no Hospital de Pequeno Porte Adelaide Tavares de Sá, desconhecem as boas práticas, porém, mostram-se interessados em adquirir novos saberes para garantir um parto seguro e humanizado ao binômio mãe/filho. A longo prazo espera-se que haja a melhoria da qualidade da assistência obstétrica, dispondo de mecanismos não farmacológico para o alívio da dor e que as boas práticas sejam implementadas na rotina hospitalar, trabalhando com educação continuada dos profissionais, afim de garantir a mulher os direitos no processo de gestar e parir. Conclui-se que sensibilizar e capacitar, são ações que precisam ser institucionalizadas e trabalhadas continuadamente para que a longo prazo, haja efetivação na mudança das condutas dos profissionais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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