Três décadas da disponibilidade domiciliar de alimentos segundo a nova ? brasil, 1987?2018

dc.creatorRenata Bertazzi Levy
dc.creatorGiovanna Calixto Andrade
dc.creatorGabriela Lopes da Cruz
dc.creatorFernanda Rauber
dc.creatorMaria Laura da Costa Louzada
dc.creatorRafael Moreira Claro
dc.creatorCarlos Augusto Monteiro
dc.date.accessioned2024-02-07T17:22:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:16:19Z
dc.date.available2024-02-07T17:22:11Z
dc.date.issued2022
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.11606/s1518-8787.2022056004570
dc.identifier.issn00348910
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63851
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista De Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlimentos, Dieta e Nutrição
dc.subjectAlimentação de Emergência
dc.subjectAlimentos Industrializados
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectEconomia dos Alimentos
dc.subject.otherAlimentos, Dieta e Nutrição
dc.subject.otherAlimentação Básica
dc.subject.otherAlimentos Industrializados
dc.subject.otherFatores Socioeconômicos
dc.subject.otherEconomia dos Alimentos
dc.titleTrês décadas da disponibilidade domiciliar de alimentos segundo a nova ? brasil, 1987?2018
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage20
local.citation.issue75
local.citation.spage1
local.citation.volume56
local.description.resumoOBJETIVO: Avaliar a tendência da aquisição domiciliar de alimentos de acordo com a classificação NOVA no Brasil entre 1987–1988 e 2017–2018.MÉTODOS: Foram utilizados dados de aquisição domiciliar de alimentos provenientes de cinco edições da Pesquisas de Orçamentos Familiares, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, nos anos 1987–1988, 1995–1996, 2002–2003, 2008–2009 e 2017–2018. Todos os alimentos reportados foram categorizados segundo a classificação NOVA. A disponibilidade domiciliar dos grupos e subgrupos de alimentos foi expressa por meio de sua participação (%) nas calorias totais, para o conjunto das famílias brasileiras, por situação do domicílio (urbana ou rural), para cada uma das cinco regiões geográficas do país, por quintos da distribuição de renda domiciliar per capita (inquéritos de 2002–2003, 2008–2009 e 2017–2018); e para as 11 principais regiões urbanas do país (inquéritos de 1987–1988, 1995–1996, 2002–2003, 2008–2009 e 2017–2018). Modelos de regressão linear foram utilizados para avaliar a tendência de aumento ou diminuição na aquisição dos alimentos.RESULTADOS: A dieta da população brasileira ainda é composta predominantemente por alimentos in natura e minimamente processados e ingredientes culinários processados. No entanto, nossos achados apontam tendências de aumento da participação de alimentos ultraprocessados na dieta. Esse aumento que foi de 0,4 pontos percentuais ao ano na primeira porção do período estudado, entre 2002 e 2009, e desacelerou para 0,2 pontos percentuais entre 2008 e 2018. O consumo de alimentos ultraprocessados foi maior entres os domicílios de maior renda, nas regiões Sul e Sudeste, na área urbana, e nas regiões metropolitanas.CONCLUSÃO: Os resultados do presente estudo apontam um aumento na participação de alimentos ultraprocessados na dieta dos brasileiros. Cenário preocupante, uma vez que o consumo de tais alimentos está associado ao desenvolvimento de doenças e à perda da qualidade nutricional da dieta.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielosp.org/pdf/rsp/2022.v56/75/pt

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