Chitosan and phenolic compounds in the control of anthracnose in mango

dc.creatorLuana Sabrine Silva
dc.creatorEdson Hiydu Mizobutsi
dc.creatorRegina Cássia Ferreira Ribeiro
dc.creatorFernando da Silva Rocha
dc.creatorGisele Polete Mizobutsi
dc.creatorSabrina Gonçalves Vieira de Castro
dc.date.accessioned2023-05-16T11:23:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:05Z
dc.date.available2023-05-16T11:23:23Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractA manga (Mangifera indica L.) tem grande importância socioeconômica no Brasil, porém sua produção é afetada pela antracnose. Filmes de quitosana têm demonstrado potencial no controle desta doença. Neste estudo, avaliou-se a associação de quitosana com compostos fenólicos e extratos no desenvolvimento de Colletotrichum tropicale. Compostos fenólicos e extratos da casca da manga foram incorporados às soluções de quitosana a 2,0% e testados in vitro. No experimento in vivo, após a inoculação do patógeno e a aplicação dos tratamentos, os frutos foram avaliados quanto à incidência e à severidade da antracnose. As testemunhas consistiram na aplicação de água ou no meio de cultura puro e do fungicida imazalil (2,0 mL .L-1). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, e os dados foram submetidos à análise de variância. No teste in vitro e na avaliação da intensidade de doença, as médias foram comparadas pelos testes de Scott-Knott e Tukey (p <0,05), respectivamente. As testemunhas foram comparadas aos demais tratamentos pelo teste de Dunnett (p <0,05). Inibição total do crescimento, produção de conídios e germinação de C. tropicale foram verificadas com incorporação à quitosana dos ácidos cítrico, pirocatecoico e transcinâmico, não havendo diferença significativa entre eles e o fungicida. Foi verificada baixa incidência e severidade de antracnose nas mangas tratadas com quitosana, combinada com compostos fenólicos.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0100-29452021052
dc.identifier.issn0100-2945
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53425
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Fruticultura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectManga
dc.subjectQuitosana
dc.subjectAntracnose
dc.subjectFenóis
dc.subjectColletotrichum
dc.subject.otheralternative control
dc.subject.otherColletotrichum tropicale
dc.subject.otherphenols
dc.subject.otherplant extracts
dc.subject.otherpost-harvest diseases
dc.titleChitosan and phenolic compounds in the control of anthracnose in mango
dc.title.alternativeQuitosana e compostos fenólicos no controle da antracnose da manga
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue6
local.citation.spagee-052
local.citation.volume43
local.description.resumoMango (Mangifera indica L.) has great socioeconomic importance to Brazil, but its production is affected by anthracnose. Chitosan films have shown potential in controlling this disease. In this study, the effect of the association of chitosan with phenolic compounds and extracts on the Colletotrichum tropicaledevelopment was evaluated. Phenolic compounds and extracts from mango peel were incorporated into 2.0% chitosan solutions and tested in vitro. In the in vivo experiment, after pathogen inoculation and application of treatments, fruits were evaluated for anthracnose incidence and severity. Controls consisted of the application of water or pure culture medium and fungicide imazalil. The experimental design was completely randomized and data were submitted to analysis of variance. In the in vitro test and in the assessment of disease intensity, means were compared using the Scott-Knott and Tukey tests (p <0.05), respectively. Controls were compared to the other treatments using the Dunnett test (p <0.05). Total growth inhibition, conidia production and C. tropicale germination were verified with the incorporation of citric, pyrocatecoic and transcinamic acids to chitosan, with no significant difference between them and the fungicide. Low anthracnose incidence and severity was observed in mangoes treated with chitosan combined with phenolic compounds.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbf/a/MrvBwMkdkzkWn4bPLNQS4ZG/

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