Índice de vulnerabilidade clínico-funcional-20: proposta de classificação e hierarquização entre os idosos identificados como frágeis

dc.creatorEdgar Nunesmoraes
dc.creatorJuliana Alves Carmo
dc.creatorCarla Jorge Machado
dc.creatorFlávia Lanna de Moraes
dc.date.accessioned2024-01-23T22:02:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:32Z
dc.date.available2024-01-23T22:02:03Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63276
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIdoso Fragilizado
dc.subjectAvaliação Geriátrica
dc.subjectTriagem
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectVulnerabilidade em Saúde
dc.subject.otherIdoso Fragilizado
dc.subject.otherAvaliação Geriátrica
dc.subject.otherTriagem
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherVulnerabilidade em Saúde
dc.titleÍndice de vulnerabilidade clínico-funcional-20: proposta de classificação e hierarquização entre os idosos identificados como frágeis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage10
local.citation.issue81
local.citation.spage1
local.citation.volume50
local.description.resumoOBJETIVO: Avaliar a adequação do Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 , instrumento de triagem rápida de vulnerabilidade em idosos brasileiros, para utilização pela atenção básica. MÉTODOS: O estudo incluiu amostra de conveniência de 397 pacientes com idade maior ou igual a 60 anos atendidos em um Centro de Referência para o Idoso e de 52 idosos da mesma idade atendidos na comunidade. Os resultados do questionário, constituído por 20 perguntas, foram comparados com aqueles da Avaliação Geriátrica Ampla, considerada referência para identificação do idoso frágil. Foi avaliada a correlação de Spearman do Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 com a Avaliação Geriátrica Ampla; a validade foi verificada pela área sob a curva ROC; a confiabilidade foi estimada pelo percentual de concordância entre avaliadores e coeficiente kappa, ambos com ponderação quadrática. Obteve-se ponto de corte com base no critério de maior acurácia. O alfa de Cronbach, medida de consistência interna, foi calculado. RESULTADOS: O coeficiente de correlação de Spearman foi elevado e positivo em ambos os grupos (0,792 para idosos atendidos no Centro de Referência para o Idoso e 0,305 para idosos da comunidade [p < 0,001]). A área sob a curva ROC para idosos atendidos no Centro de Referência para o Idoso foi substancial (0,903). O ponto de corte obtido foi seis e idosos com pontuação no Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 acima desse valor tinham forte possibilidade de serem frágeis. Para idosos da comunidade, a concordância ponderada quadrática entre avaliadores foi 99,5% e o coeficiente kappa ponderado quadrático global, 0,94. O alfa de Cronbach foi elevado para idosos atendidos no Centro de Referência para o Idoso (0,861) e da comunidade (0,740). CONCLUSÕES: O questionário do Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20, na amostra analisada, mostrou ser positivamente correlacionado com a Avaliação Geriátrica Ampla, além de os resultados indicarem alto grau de validade e confiabilidade. Assim, o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 se mostra viável como instrumento de rastreio na atenção básica que identifica o idoso com fragilidade (idoso em risco de fragilização e idoso frágil)
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielosp.org/pdf/rsp/2016.v50/81/pt

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