Avaliação da doença carotídea em pacientes com doença arterial periférica

dc.creatorLeonardo Ghizoni Bez
dc.date.accessioned2019-08-11T14:49:37Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:49:19Z
dc.date.available2019-08-11T14:49:37Z
dc.date.issued2013-03-04
dc.description.abstractObjective: To study stenosis in carotid arteries in patients with symptomatic peripheral arterial disease. Methods: The present study consecutively evaluated 100 patients with symptomatic peripheral arterial disease at stages of intermittent claudication, rest pain or trophic lesions. Carotid atherosclerosis was studied by means of an echo-color-doppler and was considered significant when levels of greater than or equal to 50% had been reached. The univariate analysis was used to select the potential predictors of carotid stenosis, which were later submitted to multivariate analyses. Results: The prevalence of carotid atherosclerosis was 84%, with significant stenosis in 40% and critical stenosis in 17%. Patient ages ranged from 43 to 89 years of age (average of 69.78 years). Regarding gender, 61% of the patients were male and 39% female. Half of the patients presented with claudication, while the other half had critical limb ischemia. Concerning the risk factors, 86% of the patients had systemic arterial hypertension, 66% exposure to smoking, 47% diabetes, 65% dyslipidemia, 24% coronary artery disease, 16% renal insufficiency and 60% a positive family medical history of cardiovascular diseases. Seven patients reported some form of cerebrovascular symptoms in the carotid region. The presence of cerebrovascular symptoms proved to be statistically significant in influencing the degree of stenosis in the carotid arteries. Conclusions: Patients with symptomatic peripheral arterial disease presented high prevalence of significant Carotid Stenosis (40%). Prior history of neurological symptoms was found to be statistically significant in explaining the severity of carotid stenosis.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-97KFFE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstenose das carótidas
dc.subjectDoença arterial periféria
dc.subjectArtérias carótidas
dc.subjectDoenças cardiovasculares
dc.subjectArterias carotidas Anatomia
dc.subjectAterosclerose
dc.subjectFatores de risco
dc.subject.otherEstenose das carótidas
dc.subject.otherArtérias carótidas
dc.subject.otherDoença arterial periférica
dc.subject.otherFatores de risco
dc.titleAvaliação da doença carotídea em pacientes com doença arterial periférica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Tulio Pinho Navarro
local.contributor.referee1Charles Simao Filho
local.contributor.referee1Jose Oyama Moura Leite
local.contributor.referee1Marcelo Fernando Matielo
local.description.resumoObjetivo: estudar ateromatose das artérias carótidas nos pacientes com doença arterial periférica sintomática. Método: foram avaliados consecutivamente 100 portadores de doença arterial periférica sintomática, nos estágios de claudicação intermitente, dor em repouso ou lesão trófica. A ateromatose carotídea foi analisada pelo ecocolordoppler, sendo considerada significativa quando igual ou superior a 50%. A análise univariada foi utilizada para selecionar os potenciais preditores de estenose carotídea, levados posteriormente para análise multivariada. Resultados: a prevalência de ateromatose carotídea foi de 84%, com estenose significativa em 40% e crítica em 17%. A idade variou de 43 a 89 anos (média de 69,78 anos). Quanto ao gênero, 61% foram do gênero masculino e 39% do gênero feminino. Metade dos pacientes da amostra era de claudicantes e metade tinha isquemia crítica. Quanto aos fatores de risco, 86% dos pacientes apresentaram hipertensão arterial sistêmica, 66% exposição ao fumo, 47% diabetes, 65% dislipidemia, 24% doença coronariana, 16% insuficiência renal e 60% história familiar positiva para doenças cardiovasculares. Sete pacientes declararam história de sintomas cérebro-vasculares isquêmicos no território carotídeo. Os sintomas cérebro-vasculares mostraram-se estatisticamente significativos para influenciar o grau de estenose nas artérias carótidas. Conclusões: pacientes com doença arterial periférica sintomática têm significativa prevalência de estenose carotídea (40%). História prévia de sintomas neurológicos relacionados ao território carotídeo foi estatisticamente significativa para explicar a gravidade da estenose carotídea.
local.publisher.initialsUFMG

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