Autoexílio e pátria literária em Los Eunucos Inmortales de Oswaldo Reynoso

dc.creatorLara Poenaru
dc.creatorRômulo Monte Alto
dc.date.accessioned2023-08-17T15:22:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:42Z
dc.date.available2023-08-17T15:22:14Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractThis paper discusses the reflexes of self-exile in the book Los Eunucos Inmortales (1995) written by Peruvian author Oswaldo Reynoso. Considering the hypothesis defended by Torres (2016) that Reynoso’s prose, after exile, can be read from a second creative wave, characterized by the poetic language aimed at the discovery of identity, three novel innovations were analyzed: parallelism between Lima and Beijing; the construction of the foreigner’s image; the anthropological bias adopted to think of homeland and identity. If Reynoso previously sought freedom from a visceral criticism of capitalism, now the object of his vital search, triggered after the frustration of the Maoist regime, changes. For the narrator, freedom, now understood as happiness, comes to be found in literature and not in reality, which leads him to propose that his national identification is no longer aligned with the geographical homeland, but with the literary homeland.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.35699/2317-2096.2021.26986
dc.identifier.issn2317-2096
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57892
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAletria: revista de estudos de literatura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura peruana - História e crítica
dc.subjectReynoso, Oswaldo, 1931 - 2016 - Los eunucos inmortales - Crítica e interpretação
dc.subject.otherLiteratura peruana
dc.subject.otherExílio
dc.subject.otherLiteratura e sociedade
dc.subject.otherPátria Literária
dc.titleAutoexílio e pátria literária em Los Eunucos Inmortales de Oswaldo Reynoso
dc.title.alternativeSelf-exile and Literary Homeland in Los Eunucos Inmortales by Oswaldo Reynoso
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage96
local.citation.issue3
local.citation.spage75
local.citation.volume31
local.description.resumoEste artigo discute os reflexos do autoexílio no livro Los Eunucos Inmortales (1995) do escritor peruano Oswaldo Reynoso. Considerando a hipótese defendida por Torres (2016) de que a prosa de Reynoso, após o exílio, pode ser lida desde uma segunda onda criativa, caracterizada pela linguagem poética que visa ao descobrimento da identidade, analisaram-se três inovações no romance: o paralelismo entre Lima e Pequim; a construção da imagem do estrangeiro; o viés antropológico adotado para se pensar pátria e identidade. Se anteriormente Reynoso buscava a liberdade a partir da crítica visceral ao capitalismo, agora muda-se o objeto de sua procura vital, desencadeada após a frustração do regime maoísta. Para o narrador, a liberdade, agora entendida como felicidade, passa a se encontrar na literatura e não na realidade, o que o leva a propor que sua identificação nacional não se alinha mais à pátria geográfica, mas à pátria literária.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9404-536X
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-5859-9867
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/aletria/article/view/26986

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