Infection in asymptomatic carriers of SARS-CoV-2 can interfere with the achievement of robust immunity on a population scale

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Artigo de periódico

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A infecção em portadores assintomáticos de SARS-CoV-2 pode interferir na obtenção de uma imunidade robusta em escala populacional

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Resumo

The severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) continues to spread worldwide as a severe pandemic, and a significant portion of the infected population may remain asymptomatic. Given this, five surveys were carried out between May and September 2020 with a total of 3585 volunteers in the municipality of Foz do Iguaçu, State of Paraná, a triple border region between Brazil/Argentina/Paraguay. Five months after the first infection, volunteers were re-analysed for the production of IgG anti-Spike and anti-RBD-Spike, in addition to analyses of cellular immunity. Seroconversion rates ranged from 4.4% to a peak of 37.21% followed by a reduction in seroconversion to 21.1% in September, indicating that 25% of the population lost their circulating anti-SARS-CoV-2 antibodies 3months after infection. Analyses after 5months of infection showed that only 17.2% of people still had anti-RBD-Spike antibodies, however, most volunteers had some degree of cellular immune response. The strategy of letting people become naturally infected with SARS-CoV-2 to achieve herd immunity is flawed, and the first contact with the virus may not generate enough immunogenic stimulus to prevent a possible second infection.

Abstract

O coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2) continua a se espalhar pelo mundo como uma pandemia grave, e uma parcela significativa da população infectada pode permanecer assintomática. Diante disso, foram realizadas cinco pesquisas entre Maio e setembro de 2020 com um total de 3.585 voluntários no município de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, tríplice fronteira região entre Brasil/Argentina/Paraguai. Cinco meses após a primeira infecção, os voluntários foram reanalisados ​​quanto à produção de IgG anti-Spike e anti-RBD-Spike, além de análises de imunidade celular. As taxas de soroconversão variaram de 4,4% para um pico de 37,21% seguido por uma redução na soroconversão para 21,1% em setembro, indicando que 25% da população perdeu seus anticorpos anti-SARS-CoV-2 circulantes 3 meses após a infecção. Análises após 5 meses de infecção mostraram que apenas 17,2% das pessoas ainda tinham anticorpos anti-RBD-Spike, porém, a maioria dos voluntários apresentava algum grau de resposta imune celular. A estratégia de permitir que as pessoas sejam naturalmente infectadas pelo SARS-CoV-2 para alcançar a imunidade coletiva é falha, e a primeira o contato com o vírus pode não gerar estímulo imunogênico suficiente para prevenir uma possível segunda infecção.

Assunto

Saúde Coletiva, Imunidade Celular, Imunidade Humoral, SARS-CoV-2

Palavras-chave

SARS-CoV-2, Immunity, Humoral, Immunity, Cellular, Immunity, Herd

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https://www.microbiologyresearch.org/content/journal/jgv/10.1099/jgv.0.001684

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