Carnaval e resistência cultural negra: o bloco afro Angola Janga

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Primeiro orientador

Membros da banca

Elisangela Chaves
José Alfredo de Oliveira Debortoli
Georgino Jorge de Souza Neto

Resumo

O objetivo da pesquisa foi identificar e analisar como o bloco afro Angola Janga é constituído e quais relações de representatividade negra ele promove como forma de resistência cultural, por meio de seus atos e ações político-culturais nas festividades de carnaval de rua na cidade de Belo Horizonte-MG, e quais estratégias ele utiliza para ser uma potência cultural da capital mineira. A metodologia, de abordagem qualitativa, contou com o estudo de referenciais teóricos, a imersão no cotidiano do bloco, observação, uso de fontes documentais, imagens de divulgação e entrevista semiestruturada com integrantes do bloco. No desenvolvimento da pesquisa, foi identificado que, além do tempo espaço-lugar do carnaval, também os eventos e outras atividades desenvolvidas representam estratégias de alegria e de luta para resistência e valorização da identidade cultural afro e afro-brasileira. Os momentos de lazer dos foliões são os saberes estético-corpóreos, políticos e identitários promovidos no âmbito dessa organização, que nos possibilitou perceber a potencial força antirracista dessa produção cultural identitária. Durante o processo de busca por referenciais teóricos que debatessem lazer e negritude, identificou-se que o campo do lazer ainda necessita de mais estudos e aprofundamento sobre a temática das relações étnico-raciais.

Abstract

Assunto

Lazer, Carnaval, Cultura popular, Negros - Belo Horizonte (MG)

Palavras-chave

Bloco; Afro; Angola; Janga; Lazer; Carnaval

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